A minha mente

Não me recordo do dia,

Em que a luz se tornou sombria,

A sua voz se tornou ausente,

O vazio se tornou assente.

                                        

Não me lembro do momento,

Em que tudo desapareceu,

O desejo ausente,

O ser que morreu.

 

A dor que se resume,

Assemelha, e se torna lume,

Queima a esperança vã,

Lamento por não ser sã.

 

A mente foge e esconde-se

Na dor que não acalma,

Na vontade que não encontro,

Na destruição da minha Alma.

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