Feira do Livro de Lisboa. Nem a chuva resiste…

Um passeio numa tarde chuvosa de Domingo, animado pela completa absorção pelo ambiente que nos rodeia. Livros, livros e mais livros, e árvores e uma multidão de pessoas, crianças e cães. Todos gostam da Feira do Livro, até a chuva.

Difícil é ir à Feira do Livro e controlar o dinheiro que sai da carteira. E é tão fácil perdermo-nos neste novo conceito de Feira do Livro (claro que visitei todas as bancas não só os espaços dos grupos editoriais e fiquei agradavelmente surpreendida com a afluência na “Saída de Emergência”).

Gosto, particularmente, de pegar nos livros, de poder folheá-los e avaliá-los também pelo toque, não só pela capa, sinopse ou críticas literárias. Gosto de sentir o peso dum livro, e ponderar nos prós e nos contras, mesmo daqueles que já decidi comprar.

E há sempre aqueles que por algum motivo, mais lúdico e menos objectivo, se colam às nossas mãos e não nos deixam sair daquela banca/livraria/supermercado sem ele. Em baixo, a minha extravagância livresca de um Domingo chuvoso e inspirador.

 

Um daqueles livros cheios de imagens apelativas, surpresas escondidas e textos imaginativos. Pelo menos o preço não era extravagante… É que não foi o único que veio para casa…

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