Sugestão para uma leitura inspiradora

Viciada em estratégias de inspiração que sou, e tendo em conta que bem preciso dela, aconselho o desbloqueador máximo. A única estratégia que funciona a 100% naqueles dias em que nada, nem ninguém, resolve. Ela consiste em… ler um livro.

Mas não me refiro a um livro qualquer, não falo de leituras rápidas ou exercícios maravilha, nem de histórias compostas ou temas abstractos. Refiro-me a livros que se proponham a abalar as minhas fundações, que me proporcionem uma vista panorâmica da perspectiva de outra pessoa, que me empurrem até eu desistir ou crescer.

E como se escolhem essas leituras? Atentamente.

Sem atenção ao género literário ou autor, quando escolho estas vias procuro páginas que me exponham a ideias novas. Aconselhados por uns ou detestado por outros, é irrelevante desde que proporcione o burburinho que anuncie que ali há qualquer coisa diferente e que, mais tarde, concretize aquilo a que se propõe.

Fujo dos assumidamente livros “da tanga” (há por aí muitos destes), os disfarçados, aqueles que nos prometem um final frustrante, que nos sugerem promessas ocas, trazidas por um qualquer guru do momento. Desses quero distância! E, se puder ser, um sinal luminoso que os identifique!

Não sendo livros de auto-ajuda per se, é inegável que ajudam. Especialmente se mantivermos o espírito crítico em movimento e a mente disposta a usar e adaptar as mensagens. Se pensarmos em “como é que isto se aplica no meu caso?”, “o que retiro daqui?”, “qual a mensagem com que me identifico?”, e por aí fora… Não chega lê-los é preciso pensar sobre aquilo que eles nos dizem.

Hoje deixo-vos aqui mais uma ideia para uma leitura inspiradora “A Arte do Inconformismo” de Chris Guillebeau. Uma perspectiva interessante sobre a vida e o trabalho, sobre a escrita e as viagens, sobre coisas que estão tão longe da minha realidade diária que agradeço poder ver a vida através da perspectiva de Chris.

Opinião segue daqui a uns dias…

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