Opinião: ‘As Palavras Que Nunca Te Direi’ de Nicholas Sparks

As Palavras Que Nunca Te DireiDe tudo aquilo que poderia dizer sobre esta história, e reafirmar o muito que já foi escrito sobre ela (ou não fosse um dos maiores bestsellers de Nicholas Sparks), afirmo sem qualquer dúvida que foi uma poderosa experiência emocional.

O maior elogio que posso fazer a este livro é afirmar que me arrancou umas lágrimas. Considerando que não é coisa que me arranquem com facilidade (e mais depressa com algumas notícias no telejornal do que num filme ou livro) penso que disse o suficiente.

O breve romance entre Theresa e Garrett tem o poder de nos fazer pensar sobre o quão curta é a vida; o poder do acaso; a dificuldade ou mesmo impossibilidade de superar uma perda; a finalidade e, por vezes, injustiça da morte; e o que não devemos deixar por dizer enquanto cá andamos.

Uma história feita de vários tipos de amor, de circunstâncias, de entre-ajuda, luto, e aprender a viver de novo, que envolve o leitor e o arrasta através dum amor intenso. “…a força e a fragilidade de grandes paixões.” como descrito na contracapa portuguesa, é uma frase que se adequa na perfeição.

Tal como afirmei, referindo-me a outras obras, também aqui entendo as 58 edições e agradeço a oportunidade de poder perder-me durante umas horas numa história de cortar a respiração, que me fez rir, derramar algumas lágrimas e que me deixou a pensar. Aconselho…

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