Palavras Soltas: #100happydays

book_1.png_1000x1000Diz o website:

Can you be happy for 100 Happy Days in a row? / Consegues ser feliz durante 100 dias seguidos?

Ora, amante de desafios (com o seu quê de tolice) como sou, decidi aceitar o desafio. Por este ou aquele motivo, pela curiosidade, para tentar perceber se realmente dou atenção ao que me rodeia, para criar um novo marco neste caminho tão sinuoso… #100happydays tem provado ser… interessante. E, enquanto nos concentramos nas coisas boas, esquecemos as agruras da vida.

O princípio é estar atento. Atento ao que nos possibilita alguma medida de felicidade, algum conforto, alguns momentos tão efémeros que se podem apelidar de mágicos. Seis dias passados e percebo que, sempre notei algumas destas coisas no decorrer dos meus dias. Mas, e como todas as pessoas, por vezes vivemos mais o que nos faz infelizes do que o que nos faz bem.

Dizem as más línguas (ou a publicidade no website) que este desafio faz com que:

– Comeces a notar aquilo que te faz feliz todos os dias;
– O teu humor diário começa a melhorar;
– Recebes mais elogios das outras pessoas;
– Entendas o quão sortudo és por teres a vida que tens;
– Tornares-te mais optimista;
– Apaixonares-te durante o decorrer do desafio;

Sendo que ainda só passaram seis dias, posso afirmar que ainda não embarquei totalmente nesta viagem… mas, eu esforço-me. E, quem me acompanha no Facebook sabe que as minhas dúvidas acumulam-se.

Por exemplo, este desafio funciona com fotografias. E se não houver uma imagem que capte o que me fez feliz? Como partilho esse momento? Confesso que planeei arranjar um substituto. Algo que pudesse partilhar no caso dos momentos absolutamente intangíveis… Ainda não foi necessário.

Outra questão. E se, no final, continuamos a ter apenas um desses momentos por dia? O de hoje foi… complicado. Mas não impossível… pensando bem, conto 3 happy moments até agora… Esta, se calhar, não se vai aplicar lá mais para o fim do desafio.

E, por fim (e para já), uma curiosidade… nestas coisas há sempre quem se lembre de ser do contra (e fazem muito bem, senão não tinha piada nenhuma), por isso já temos por aí um perfil denominado #100saddays. Pergunto-me se, caso fosse um desafio real, não teria mais aderentes. Não porque o Happy tenha poucos, mas porque concentramos-nos muito mais no que nos magoa do que naquilo que nos faz bem. E a natureza humana dita que, por vezes, espalhamos demasiado essa miséria.

Filosofias (baratas) à parte, este é um desafio daqueles que serve na medida em que estamos dispostos a apreciar as efemeridades dos dias e, dependendo dos motivos privados pelos quais participamos, pode ajudar a encarar a vida de outra forma… de uma forma mais atenta e alegre. Para mim, é também um exercício filosófico.

Encontram o #100happydays aqui… e a página de Facebook aqui… Quanto às fotografias do meu desafio… são pessoais e, de certa forma, privadas.

ΦΦΦΦΦ

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