Palavras Soltas: Escrevo porque sim

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Porque quero escrever um livro? Porque sim.

Não há motivo melhor para querer escrever um livro do que querer escrever um livro. (tweet this)

Não preciso de justificações, nem necessito defender a minha posição, ou elaborar sobre os motivos. Esta é uma daquelas situações em que o ‘porque sim’ basta.

Porque gosto mais de azul do que de amarelo?
Porque odeio nabo roxo?
Porque prefiro uma costeleta de vaca ao invés de lombo de porco?
Porque prefiro vestir roupa preta e não (nunca) branca?

Porque escrevi um livro? Porque continuo a escrever, seja o que for, todos os dias? (mesmo quando sou assombrada por desistir?) Porque não acabo os projectos que tenho em mãos e começo novos?

Porque sim.

Digam lá: ‘Porque sim não é resposta!’

É, pois!

Quando se trata daquilo que queremos, porque sim,  é a melhor resposta. (tweet this)

Quero escrever mais um livro, ou dois, ou três… E, quero, porque sim.

Porque, cada vez que eu digo ‘sim’, acrescento mais qualquer coisa. Cada vez que digo ‘sim’, ofereço algo a quem cá está (e a quem ficará). Cada vez que digo ‘sim’, cresço em mim.

Mas, cada vez que digo ‘sim’, estou a dizer ‘não’ em simultâneo. Vou dizendo ‘Não’ a outras coisas. Por isso, é aproveitar bem os ‘Sim’ que digo porque os ‘Não’ já não se recuperam mais.

Querem melhor motivo para escrever um livro? Eu, não.

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