Um poema no Vol. V de ‘Entre o Sono e o Sonho’

Sei que já anunciei no meu cantinho dedicado à poesia (ver aqui…) mas não posso deixar de partilhar este evento aqui no blogue.

É com muito prazer que anuncio que o 5.º volume da Antologia de Poesia Contemporânea ‘Entre o Sono e o Sonho’ da Chiado Editora contará com um dos meus poemas. Não vou divulgar o nome do dito, apesar deste ser inédito read more

Novo Desafio: Conheçam o ‘Ser Poeta’

Às vezes é preciso parar de andar para a frente, contemplar o que ficou para trás, organizá-lo e, só depois, voltar a avançar.

Não gosto particularmente de nenhuma acção que implique inacção, mas sei que elas são necessárias e (esporadicamente) essenciais. Ontem foi um desses dias.

No final da tarde não estava particularmente orgulhosa de mim porque, read more

Um poema na Antologia “Entre o Sono e o Sonho”

Esta é a comunicação oficial, a confirmação da conquista de um dos meus sonhos e a partilha de um projecto concretizado. “Entre o Sono e o Sonho” é uma Antologia de Poesia Contemporânea, publicada pela Chiado Editora, para a qual tive a honra de ser convidada a publicar um dos meus poemas.

O meu poema “Ausência Consagrada” fará parte do read more

“A Dança” de Pablo Neruda

Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio
Ou flecha de cravos que propagam fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e
Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
E graças a teu amor, vive oculto em meu
Corpo o apertado aroma que ascende da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
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Água

Água que me faz viver,

Vem saborear o teu reino.

Passar como quem quer ser,

O melhor do que tenho.

Água luzidia,

Que bailas dentro de mim,

Reflecte o exterior,

Delicia-te no meu fim.

Vida que sinto em ti,

Transmito-a, para além de mim.

Espero um dia ser,

As águas que correm assim.

Anseio conhecer,

Ó água que vive aqui,

Só tu és limpa,

Quando passas por mim.

Água que gera vida,

Levas-me a alma,

Aqui read more

Dia de “Nevoeiro”

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer –
Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogo – fátuo encerra.

Ninguém sabe que coisa quer,
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e
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