A Velocidade da Vida

Corres desenfreado em direcção a algo que não desejas e não compreendes. Corres para um desfecho que talvez fosse evitável, mas que se tornou incontornável. Esse fim, não to desejo! Nunca to desejei. Mas as reviravoltas da vida colocam-nos em posições estranhas, e usam-nos para os seus propósitos, tal como tu me usas para os teus fins.

Devo assumir que não read more

A Voz do Escritor

Como devem ter reparado, nas duas últimas semanas optei por mudar algumas coisas aqui neste meu cantinho. Nada de dias específicos para determinados temas. Fora com as regras! Especialmente com as auto-impostas.

E nesta semana que passou baralhei um bocadinho as coisas e tentei escrever mais sobre o que me inspira. E no meio de tanta concentração, na dita cuja read more

A imaginação por trás da história

A ideia a reter: Não compliques. Ter uma ideia para um livro, uma música ou um poema, não é Física Quântica. As ideias são pedacinhos de algo que nos interessam e despertam para algo mais profundo, e não 1+1=2.

E se sabemos o que queremos contar, mas não fazemos a mais pálida ideia de como o fazer? Aí, falamos de pura imaginação.

Muitos autores falam de read more

Fecha os olhos e escuta…

Poderia colocar a letra da versão original, ou a história dos Apocalyptica, mas isso só nos iria distrair do mais importante: o som.

Fecha os olhos e escuta. Só isso…

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Grande ou Pequeno? Curto ou Longo? Qual o limite das Palavras?

Todas as nossas acções têm um objectivo. Este pode ser facilmente perceptível, através da acção em si, ou pode existir numa forma menos observável.

Um texto surge da mesma forma. Há um objectivo, o escritor deseja passar uma mensagem, falar sobre algo, inventar uma história nova, mostrar um ponto de vista. Os meios para o fazer é que diferem, de acordo com esse mesmo objectivo.

Para read more

Nada

Um tributo a este nada que sou, Um monte de ossos e de carne,

Reminiscências do que vibrou

Tudo o que já passou, veio tarde.

Uma inexistência que ruma pela vida,

O nada, da absoluta absolvição,

Carregada pelo vento que sopra,

Do perdão que refuta, da ignorância do perdão.

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Tolhida num altar de verdade,

Obsoleta e displicente,

O toque de saudade,

A sorte, nada benevolente.

Sara Farinha

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