Um Exercício para Escrever ‘A história’

um exercício

À procura da ideia para a próxima história? Tenho um Recurso para experimentarem.

Primeiro, um pouco de contexto…

Ando de volta do livro ‘The Art of War for Writers’ de James Scott Bell… outra vez. Sobre este livro podem ler a opinião aqui…

Não é a minha primeira leitura desta obra. Não é o primeiro conjunto de anotações e, sem dúvida, que não é o primeiro conjunto de ideias que retiro dele.

Desta vez, notei que preciso fazer este pequeno exercício, que passo a explicar melhor, em baixo.

Tenho ideias para histórias. Mas, costumo matutar muito nelas, durante anos, até me sentir pronta a escrevê-la. E, no fim, ou em alguma parte do processo a qual designo como fim, padeço da insegurança daqueles que gostariam tanto de escrever A história… mas, que se vêem a braços com mais uma história.

como começar uma história

Vá! Tenho usado todas estas histórias, ideias de histórias, projectos acabados ou incompletos, como alavanca para aprender sobre a arte da escrita e sobre o verdadeiro trabalho do escritor.

Ter histórias enfiadas na gaveta não é um desperdício de tempo, é prática.

Contudo, para nivelar o que escrevo até ao sítio onde pretendo chegar com a minha escrita, sei que preciso aprender, à medida que vou praticando e, pôr em prática aquilo que aprendo.

Este exercício é algo que pode ajudar na parte de construir A história. É um exercício sobre como escrever aquilo que nos move, inspirado no livro “The Art of War for Writers” de James Scott Bell (podem ler a opinião aqui…).

recursos do escritor

Put Heart into everything you write = Põe o coração em tudo o que escreves

Em análise sobre o que faz de uma história algo intemporal, e analisando um pouco ‘On the Road’ de Jack Kerouac e ‘Atlas Shrugged’ de Ayn Rand, Bell chega à seguinte fórmula:

HEART = PASSION + PURPOSE

James Scott Bell

 

Que significa:

Paixão = força de sentimentos, ardor.

Propósito = saber o que o leitor quer sentir no final da história.

Coração = Direcionar a paixão no sentido de servir o propósito desejado.

Mas, na análise às características características distintivas de histórias de sucesso intemporal, Bell identifica as três características que detêm:

características de histórias de sucessoE, se contemplarmos aquelas histórias que adoramos, os livros intemporais, conseguimos identificar estas três características.

Por isso, porque não usar o mesmo tipo de raciocínio quando construímos a nossa história?

Encontramos A história quando encontramos a nossa paixão. Encontramos a Paixão com este exercício:

encontra a história

Escolhe não voltar a escrever uma história onde não coloques o que te vai no coração.

Parece-me um bom princípio!

Obrigada e Até Breve!

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