
Olá! Sê bem-vindo a este [recursos do construtor criativo].
Preparem-se, que este vai ser longo…

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Olá! Sê bem-vindo a este blog e ao seu primeiro artigo de 2026.
Não estaria a ser sincera se não vos contasse que, ao longo dos últimos meses, desisti de manter este sítio. A pausa que fiz, não foi casual, mas propositada.
Ao terminar ‘The Stranger’ de Albert Camus pergunto-me: excesso de racionalidade ou incapacidade de sentir?
A aceitação total e absoluta daquilo que rodeia Mersault, a inexistência de sonhos, o cinismo como personalidade, o vazio que ele demonstra, como se viajasse pela vida indiferente ao que acontece, a insensibilidade que o impede de experienciar alguma coisa real, escudando-se em racionalizações e mantras de normalidade absoluta. Uma espécie de estado de choque que se instala e que demonstra a capacidade humana em aceitar tudo, desde que exposto durante o tempo suficiente.