Superpoderes e a força das coisas que não vemos

superpoderes

Tudo o que vivemos está sujeito à força de coisas que não vemos.

Coisas que não conseguimos observar no momento imediato, mas que são reais, e que se tornam observáveis com a passagem do tempo. Podemos pensar no movimento de rotação da Terra, a força das marés, ou a erosão das arribas, como uns poucos exemplos. read more

Diário de Bordo: Abril de 2020

Diário de Bordo

Há quanto tempo não escrevo um destes? Não sei. Perdi-lhe a conta.

Mas, os Diários de Bordo são importantes. São os check-ins que preciso para ganhar perspectiva sobre o que tenho feito e, como isso, serve o meu Trabalho Criativo. read more

Estímulo à Criatividade – Um Exercício

Estímulo à Criatividade

O que significa, para ti, ser Criativo?

Há uns meses tive oportunidade de me inscrever num mini-curso sobre neuroplasticidade. O mote desta formação era: como formar novas ligações no nosso cérebro. Isto deixou-me interessada pois a relação entre hábitos e a criatividade é determinante para alguém que se interessa pela Criatividade. read more

Prefiro o meu peixe sem espinhas

prefiro o meu peixe sem espinhas

As pessoas querem comer o peixe sem espinhas. Verdade?

Ou seja, quando procuramos alguma coisa que acreditamos que nos faz falta (por exemplo: temos fome), preferimos comprar o produto final (o peixe escalado), ao invés da explicação de como fazer (a receita). read more

Artesão ou Artista? Sê Extraordinário

artesão ou artista. sê extraordinário

Os franceses chamam-lhe je ne sais quoi. Os americanos preferem differentiating ou that little something that makes the difference. Os Ingleses categorizam como distinguished.

“Extraordinário” parece-me uma definição adequada.

anos que procuro compreender o que faz de uma obra de arte Arte. O que a torna excepcional? Quais são as características que a transformam em algo excepcional? read more

Opinião: “A room of one’s own” de Virginia Woolf

A room of one's own de Virginia Woolf

Quanto de credibilidade se perde quando se é mulher? Quantas dificuldades se encontram quando se escolhe ver as coisas por outro ponto de vista? Quanta legitimidade se destrói quando se escolhe tirar a própria vida?

O que se retém de Virginia Woolf como conhecida escritora clássica, a princípio, seria “Mrs. Dalloway” e, a seguir, o suicídio. Foi o que eu retive durante anos. Talvez tenha sido por isso, por puro desconhecimento e comichão que alguém possa tirar a própria vida, que levei tanto tempo a ler uma das obras mais relevantes de/para uma mulher que escreve. read more

A Magia da Ficção e os Pozinhos de Perlimpimpim

A Magia da Ficção e os Pozinhos de Perlimpimpim

Na maioria das noites, ser Mãe significa ler uma história antes de deitar. Significa saber de cor um “Cuquedo”, uma “Branca de Neve e os Sete Anões”, um “Sou Feliz Quando…”ou um “Sinto-me Assustado Quando…”, como tem sido a preferência do meu rebento.

Por estes dias, ser Mãe significa decorar as falas dos bonecos, e entoar as vozes de girafas e bruxas más, para alguém cuja percepção da realidade é, obviamente, de outro planeta que não o nosso. Significa, também, inventar histórias de meninas muito maravilhosas e corajosas… porque, neste mundo, é o que somos e o que temos de ser. read more