Opinião: ‘O Velho que lia Romances de Amor’ de Luís Sepúlveda

o velho que lia romances de amor

Há anos que penso nesta história como uma das minhas favoritas de todos os tempos. Porquê? Tenho vários argumentos e muitas suspeitas sobre os motivos…

A minha cópia deste livro é de 2002, a 19ª edição. Não sei precisar quando o li pela primeira vez, mas foi, claramente, a seguir a 2002. Li-o nos meus 20’s e cativou-me desde a primeira página, quando comecei a perguntar-me para onde poderia ir uma história destas. read more

Opinião: ‘The Artist’s Way’ de Julia Cameron

The Artist's Way

Sabem aquele sentimento, quando acabam de ler um livro que vos transformou o modo de ver a vida, e não sabem muito bem como continuar depois disso?

Não senti nada disso ao terminar este livro. Não o senti porque este livro, e o que ele me mostrou, não é um fim em si mesmo. read more

O Clima, quando não sabemos o que dizer

o clima quando não sabemos o que dizer

Costuma-se dizer que nas conversas, e nas histórias, é aborrecido falar do clima. Na vida real, falar do clima é um quebra-gelo importante. Na ficção,  podemos falar em usar o clima a favor.

Naquele dia cheio de charme com o seu nevoeiro claro, como fina cortina protectora que tapa os edifícios mais altos, e amortece cores e formas do que vejo mais perto de mim. O primeiro dia do ano, um vislumbre místico do que era, encoberto pelo que poderia ser. – S.F. Journal 01.01.2020 read more

Opinião: “A room of one’s own” de Virginia Woolf

A room of one's own de Virginia Woolf

Quanto de credibilidade se perde quando se é mulher? Quantas dificuldades se encontram quando se escolhe ver as coisas por outro ponto de vista? Quanta legitimidade se destrói quando se escolhe tirar a própria vida?

O que se retém de Virginia Woolf como conhecida escritora clássica, a princípio, seria “Mrs. Dalloway” e, a seguir, o suicídio. Foi o que eu retive durante anos. Talvez tenha sido por isso, por puro desconhecimento e comichão que alguém possa tirar a própria vida, que levei tanto tempo a ler uma das obras mais relevantes de/para uma mulher que escreve. read more

A Magia da Ficção e os Pozinhos de Perlimpimpim

A Magia da Ficção e os Pozinhos de Perlimpimpim

Na maioria das noites, ser Mãe significa ler uma história antes de deitar. Significa saber de cor um “Cuquedo”, uma “Branca de Neve e os Sete Anões”, um “Sou Feliz Quando…”ou um “Sinto-me Assustado Quando…”, como tem sido a preferência do meu rebento.

Por estes dias, ser Mãe significa decorar as falas dos bonecos, e entoar as vozes de girafas e bruxas más, para alguém cuja percepção da realidade é, obviamente, de outro planeta que não o nosso. Significa, também, inventar histórias de meninas muito maravilhosas e corajosas… porque, neste mundo, é o que somos e o que temos de ser. read more

Adeus 2019! Olá 2020! Tão lindo!!

Adeus 2019 Olá 2020

Balanço de 2019 aqui no blog… como não podia deixar de ser. Nunca esquecer que é preciso relembrar o passado para orientar o presente/futuro.

Num tom muito positivo, 2019 contou com… read more

Opinião: ‘Almost Everything’ de Anne Lamott

Almost Everything Notes on Hope

Não sei se já vos disse, mas… gosto tanto dos escritos da Anne Lamott.

Sinto sempre que pude beneficiar da experiência de vida de alguém tão imperfeito como eu. Que não se esconde atrás de falsas imagens públicas. Que aceita, ou faz um show quando não aceita, as realidades da vida. read more