
Olá! Sê bem-vindo a este [diário de bordo].
Em Julho, partilhei as actividades escritas do primeiro semestre de 2026, com tudo o que andei a escrever, e publicar, por aí. Podem começar por ler esse artigo, e ver se algo vos inspira.

Olá! Sê bem-vindo a este [diário de bordo].
Em Julho, partilhei as actividades escritas do primeiro semestre de 2026, com tudo o que andei a escrever, e publicar, por aí. Podem começar por ler esse artigo, e ver se algo vos inspira.

Olá! Sê bem-vindo [à minha Biblioteca]… de novo.
Esta é a segunda parte do (tão esperado!!!) artigo sobre os melhores livros que li este ano. Neste, falarei sobre as melhores histórias Clássicas que li em 2024 e, como acredito que, continuarão a provocar impacto por muitos anos que passem.

Olá a todos. Sejam bem-vindos [à minha Biblioteca].
“Book of Night” por Holly Black… sem spoilers, apenas certas características da história e das personagens.

Olá a todos. Sejam bem-vindos [à minha Biblioteca].
Confesso que comecei este livro numa tentativa de retirar-me do mundo de ‘Fourth Wing‘.

Olá a todos. Sejam bem-vindos a esta [pausa de domingo].
Neste fluxo interminável e sem escolha da vida, existe uma variedade infinita de escolhas. Só uma traz felicidade: amar o que é. — Dorothy Hunt

Aviso: Este artigo contém opiniões pessoais sobre a morte e a morbidez, uma opinião sincera sobre a obra supra-citada, a ligação a alguma ficção escrita por mim, excertos deste livro e um vídeo muito especial.
Sempre senti uma espécie de deslumbre poético por coisas relacionadas com a morte.

Sempre adorei manter cadernos de apontamentos. E, em simultâneo, sempre odiei escrever diários. Contudo, há uns anos, estas convicções sofreram um abalo valente.
Primeiro, porque o acumular de cadernos de apontamentos, sem qualquer índice ou ritmo, deixam-me perdida.