
Que 2016 vos traga as mudanças que desejam. Nos vossos Escritos, Leituras e Vida. São os meus desejos para todos neste ano que se aproxima.
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No início de 2015 defini que o novo ano seria assim: Diário de Bordo: Metas para 2015.
Listei hábitos e metas a perseguir. Defini projectos aos quais me dedicar. Juntei as diferentes facetas da minha vida na prossecução do grande objectivo a alcançar.
Este é o aspecto do meu exemplar de ‘Fábulas’ após leitura… as cores não têm qualquer significado, apenas a marcação das pequenas histórias que, por este ou aquele motivo, mais me agradaram.
Não posso falar desta ou daquela mini-história porque cada uma delas tem um significado muito próprio para quem o lê. Posso citar alguns desfechos que reúnem a essência de algumas Fábulas.
6 de Dezembro, numa tarde de… (consulta ao calendário)… Domingo! Gosto disto. A primeira ideia que me ocorreu foi “mais um evento interessante realizado num dia de trabalho normal…” ou não.
Ora, assim sendo, (e fosse como fosse, deixaria aqui o #recurso na mesma) vamos adicionar ao calendário de eventos interessantes a Sessão cujo tema será esse grande escritor português: Eça de Queiroz.
“… os grandes artistas são aqueles que impõem à humanidade a sua ilusão particular.” (Pág. 47)
Seja qual for o conceito, é sempre o inverso que se aplica. Acreditem, vão deparar-se com muitos preconceitos, ideias pré-formadas e pouco, ou nada, fundamentadas. Irão ler sobre o conhecimento socialmente aceite e amplamente divulgado. E, por fim, constatar que é tudo uma questão de aprender o que existe e criar o nosso próprio percurso.
Em Dezembro de 1935 Antoine de Saint-Exupéry, e o seu navegador, despenharam-se enquanto sobrevoavam o deserto do Sahara. Voavam de Paris para Saigão, numa tentativa de fazer a viagem mais rápida de que havia registo e, assim, ganharem o prémio de 150 000 francos.
‘O Principezinho’ nasceu dos quatro dias de desidratação intensa, alucinações e quase-morte que sucederam o despenhar do avião. Salvos por um beduíno, ao 4.º dia, Saint-Exupéry trouxe a ideia para a sua obra mais conhecida, emprestando-lhe a experiência várias características da história.