Exposição Pública e Redes Sociais, com grande poder vem grande responsabilidade

Eu quis saber o que era esta coisa toda do Social Media e o que fazer com ele. E hoje decidi criar dois perfis, em duas aplicações tão diferentes que ao início fiquei aqui a moer o juizo se seria mesmo boa opção. A primeira chama-se LinkedIn e a segunda Twitter. E sim, eu sei que todos nós sabemos o que isto é, ou temos uma ideia mais ou menos definida do que deve ser, ou mesmo não fazemos a mais pequena ideia, mas sabemos que há um sem número de pessoas que usam e aconselham. E outras tantas que se registaram mas não usam. E ainda muitas outras que acham que esses sites são o diabo em forma de página de internet.

Pessoalmente, descobri que só depois de experimentar é que se consegue ter uma visão ampla do que estas páginas são, e para que servem. E quando digo utilizar, não me refiro a ver os perfis dos outros, ou a ler as instruções da “coisa” ou mesmo a procurar opiniões sobre a utilidade dessas páginas. Quando falo em utilizar, refiro-me mesmo a entrar na página, criar um perfil e pesquisar as funcionalidades do monstro.

É arriscado criar um perfil público, algures num site manhoso. É duplamente perigoso criá-lo num site tão popular como um Twitter ou um Linkedin. Contudo descobri que aprendo melhor a mexer, a clicar, a entrar e sair de janelas… Valerá o risco de demasiada exposição? Não sei. Para já opto por introduzir pouca informação sobre a minha localização, os meus empregadores, os meus e-mails pessoais e nunca, mas mesmo nunca, os meus contactos telefónicos.

No Linkedin descobri que a ideia é mesmo partilhar informação delicada, pessoal, pública mas que para mim é confidencial. O objectivo é procurar emprego através duma ferramenta online que nos permite ligarmo-nos a empresas e seus representantes, nas quais temos interesses profissionais. Imaginando, eu queria mudar de emprego, e tinha interesse em ir para uma área de consultoria. No Linkedin poderia pesquisar todas as empresas de consultoria que existem na aplicação, estender essa busca às empresas do mundo inteiro, às pessoas que lá trabalham e que também têm perfis de Linkedin, disponibilizar o meu curriculum para consulta, introduzir toda e qualquer associação a grupos ocupacionais que tenha e as minhas aspirações profissionais. E ainda podemos sugerir que outros deixem recomendações sobre a nossa pessoa. Arriscado? Muito! Se tem resultados? Neste momento, não sei.

Já o Twitter consiste numa ideia muito diferente. O objectivo é estar constantemente actualizado (através de computador ou do telemóvel) das novidades das pessoas que nos interessam. Em 140 caracteres, no máximo, podemos receber notícias das mais variadas. Claro que aqui, dependendo do objectivo destas associações entre utilizadores do Twitter, podemos ficar a saber tudo aquilo que os nossos “seguidos” (perseguidos?!) estão a fazer, desde que eles escolham partilhá-lo na página. E vice-versa, todos aqueles que nos seguem, têm acesso imediato aos pensamentos de 140 caracteres que escolhemos publicar. E, ou não fosse isto Social Media, ainda temos a opção de interligar todas as páginas designadas por “redes sociais” e estarmos sempre informados sobre tudo o que acontece quando alguém coloca um tweet (um pensamento de 140 caracteres) nesta ferramenta.

Para aqueles que gostam de estatísticas sobre a utilização destas páginas, deixo-vos aqui um link interessante: http://pplware.sapo.pt/informacao/estudo-quem-utiliza-as-redes-sociais/

Ligar Facebook, Blog, Site, Goodreads, YouTube, Linkedin e Twitter, e mais uma quantidade infindável deles, é o objectivo da coisa. E assim criar uma rede social que inclua o máximo de pessoas, informação, divertimento e oportunidades profissionais possíveis.

Gostam? Eu gosto, especialmente se formos conscienciosos nas nossas partilhas e se as utilizarmos sabiamente. É como diz aquela famosa frase do avô do Homem-Aranha: “Com grande poder, vem grande responsabilidade.”

 

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