Palavras, “Os Instrumentos Mortais”

Estes descobri há duas semanas atrás. Os três primeiros duraram meia dúzia de dias nas minhas mãos, o quarto ainda estou a ler. Dentro do género literário em que se inserem, fantasia urbana para jovens adultos, acho que estão muito bem escritos. Especialmente porque preferi ler o original do que esperar pelas traduções portuguesas que, para ser franca, costumam deixar a desejar.

Cassandra Clare criou um mundo para além do nosso mundo. Usou um conceito, que é certo que não é novo, mas que é bastante bem explorado, em que aquilo que os nossos olhos vêem não é a realidade do que está a acontecer. read more

Grande ou Pequeno? Curto ou Longo? Qual o limite das Palavras?

Todas as nossas acções têm um objectivo. Este pode ser facilmente perceptível, através da acção em si, ou pode existir numa forma menos observável.

Um texto surge da mesma forma. Há um objectivo, o escritor deseja passar uma mensagem, falar sobre algo, inventar uma história nova, mostrar um ponto de vista. Os meios para o fazer é que diferem, de acordo com esse mesmo objectivo. read more

Memórias de Infância na Feira do Livro

Mais um ano, mais uma feira do livro no Parque Eduardo Sétimo. Lembro-me de ser miúda e deste programa familiar ser um dos mais agradáveis do ano, em concorrência directa com a Feira das Mercês e a Feira da Luz (ah pois é! os passeios culturais das multidões durante a pré-existência de Centros Comerciais).

Recordo-me que vinha de lá de rastos, mas bastante animada porque trazia sempre alguma coisinha no saco. A Feira do Livro era o sítio, a seguir ao hipermercado (de onde veio toda a minha colecção de livros “Os Cinco” de Enid Blyton), ao qual eu mais gostava de ir. Naquela altura não frequentava livrarias, não havia muito dinheiro para o fazer, e Bibliotecas só mesmo as das várias escolas por onde passei. Por isso a aproximação da data da Feira do Livro era sempre vista com extrema animação. read more

Em busca da felicidade

Encontrei este texto, no blog de Pedro “Metafizica”, sobre a Felicidade. Datado de 21 de Fevereiro de 2006. Diriam que é antigo? Nah! É do mais actual.

Uma explicação dos “quês” e “porquês” desse sentimento tão fugaz que é a Felicidade. Uma contemplação sincera sobre as nossas acções, reacções e conclusões. read more

As personagens são pessoas normais

Confirma-se. As personagens são pessoas normalíssimas, que vivem as suas vidas mais agitadas ou mais calmas, que têm um passado, um presente e um futuro, que nos tocam e modificam, se nos relacionarmos com elas.

Construir uma personagem é olhar para uma pessoa de carne e osso, dotada de aparência física, personalidade e “bagagem” emocional. E é ao fazermos dela uma pessoa normal que torna possível relacionarmo-nos com ela. read more

Memory Lane com “Viagem ao Mundo da Droga”

Uma das novidades do mês de Abril deste ano, da editora Bizâncio, é a reedição da obra “Viagem ao Mundo da Droga” de Charles Duchaussois. Com algumas das cenas mais chocantes, divertidas e impressionantes que já li, este livro é um “must read”.

E para aqueles que já leram, decerto se recordam do “cai de nariz”. Eu nunca o esqueci . Assim como aquela cena em que, o pus se transforma numa imagem tão vívida que parece que ainda lhe sinto o cheiro. read more