Categoria: Escrever
Almeida Garrett – Este Inferno de Amar
Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
In http://pt.wikipedia.org/wiki/Almeida_Garrett Este inferno de amar – como eu amo! Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi? Esta chama que alenta e consome, Que é a vida – e que a vida destrói – Como é que se veio a atear, Quando – ai quando se há-de ela apagar?Eu não sei, não me lembro: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… – foi um sonho –
Em que paz tão serena a dormi!
Oh! que doce era aquele sonhar…
Quem me veio, ai de mim! despertar?
Doro Pesch – I’ll be holding on
I have lived my life my way
For tonight and for today
Just the strongest hearts, they say
Always survive
And I’m fallin’ through the years
All these dreams disappear
And the night is full of tears
I’ll be holding on
Arte em Papel
Constipação (que irritação!)
Queremos mesmo saber porque nos constipamos? Queremos mesmo ler que não há nada a fazer, senão esperar que passe? Queremos mesmo acreditar que antibióticos e vacinas funcionam? Nahhh… O que eu queria mesmo era ser imune.
Para um olhar mais técnico: http://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=573
Theodore Roethke – The Waking
I wake to sleep, and take my waking slow.
I feel my fate in what I cannot fear.
I learn by going where I have to go.
We think by feeling. What is there to know?
I hear my being dance from ear to ear.
I wake to sleep, and take my waking slow.
Aprender a contar histórias
Para escrever, assim como para falar, é preciso saber o que se quer dizer. Qual a mensagem que se pretende passar, qual a melhor estratégia para comunicar a mensagem, qual o meio que desejamos utilizar. Comunicar sob a forma escrita pode obedecer a muitas regras. Se deixarmos que assim o seja!
Dezenas, ou mesmo centenas, de pessoas tentam explicar racionalmente como compor aquela pequena obra de arte que nos assombra o espírito. Tentam ensinar, por A+B, porque devemos saber isto, aquilo ou o outro. Tentam incentivar, desmotivar, ou mesmo usar quem os lê.



