A Velocidade da Vida

Corres desenfreado em direcção a algo que não desejas e não compreendes. Corres para um desfecho que talvez fosse evitável, mas que se tornou incontornável. Esse fim, não to desejo! Nunca to desejei. Mas as reviravoltas da vida colocam-nos em posições estranhas, e usam-nos para os seus propósitos, tal como tu me usas para os teus fins.

Devo assumir que não me surpreende?! Não me surpreende. read more

Curiosity killed the Cat

Curiosity killed the cat”. That’s what they tell us when we are being overly pushy (by someone standards) about something. I don’t know if the cat appreciates the comparison, but I do know that I don’t.

It seems rather extreme to eliminate something just because it got too curious. Isn’t it better to ask what we don’t know? Is it better to let others take wild guesses, then to enlighten the other man’s mind? Is the risk of assuming something worth taking? read more

Feira do Livro de Lisboa. Nem a chuva resiste…

Um passeio numa tarde chuvosa de Domingo, animado pela completa absorção pelo ambiente que nos rodeia. Livros, livros e mais livros, e árvores e uma multidão de pessoas, crianças e cães. Todos gostam da Feira do Livro, até a chuva.

Difícil é ir à Feira do Livro e controlar o dinheiro que sai da carteira. E é tão fácil perdermo-nos neste novo conceito de Feira do Livro (claro que visitei todas as bancas não só os espaços dos grupos editoriais e fiquei agradavelmente surpreendida com a afluência na “Saída de Emergência”). read more

Memórias de Infância na Feira do Livro

Mais um ano, mais uma feira do livro no Parque Eduardo Sétimo. Lembro-me de ser miúda e deste programa familiar ser um dos mais agradáveis do ano, em concorrência directa com a Feira das Mercês e a Feira da Luz (ah pois é! os passeios culturais das multidões durante a pré-existência de Centros Comerciais).

Recordo-me que vinha de lá de rastos, mas bastante animada porque trazia sempre alguma coisinha no saco. A Feira do Livro era o sítio, a seguir ao hipermercado (de onde veio toda a minha colecção de livros “Os Cinco” de Enid Blyton), ao qual eu mais gostava de ir. Naquela altura não frequentava livrarias, não havia muito dinheiro para o fazer, e Bibliotecas só mesmo as das várias escolas por onde passei. Por isso a aproximação da data da Feira do Livro era sempre vista com extrema animação. read more

Em busca da felicidade

Encontrei este texto, no blog de Pedro “Metafizica”, sobre a Felicidade. Datado de 21 de Fevereiro de 2006. Diriam que é antigo? Nah! É do mais actual.

Uma explicação dos “quês” e “porquês” desse sentimento tão fugaz que é a Felicidade. Uma contemplação sincera sobre as nossas acções, reacções e conclusões. read more

Morreu porque parou de stressar ou parou de stressar porque morreu?

Usamos a palavra stress com displicência. Usamo-la nas conversas do dia-a-dia, brincamos com o conceito e banalizamos os seus efeitos. É fácil relativizar o que nos acontece quando não consideramos a gravidade duma situação. Cada um de nós tem uma resistência ao mundo exterior, um sistema de auto-defesa que assume a liderança naqueles momentos menos agradáveis.

Quando sujeitos a pressões externas de magnitude considerável, tendemos a vestir a nossa capa de super-heróis. Relativizamos, dissecamos ou assumimos as dificuldades impostas. O problema agrava-se quando a pressão a que estamos sujeitos é constante. read more