Palavras Soltas: O Trabalho é fundamental à Vida. Mais, se o amarmos…

panos brancos

No dia internacional de reivindicação de melhores condições laborais homenageia-se aqueles que morreram a lutar pelos nossos direitos, relembra-se a importância de melhores condições no trabalho, reclama-se o direito ao trabalho remunerado em condições dignas.

Neste dia, que é feriado (e não é só porque sim) muitos sobrevivem na escravatura dos tempos modernos. Outros ignoram o termo, porque desconhecem (e querem desconhecer) que isso ainda existe… ou, então, é só para os países do outro lado do mundo. A maioria ignora, deliberadamente, as próprias necessidades em prol da me(diocridade)ntalidade instituída. read more

Desabafo do Mal Empregue

É com o coração pesado que encaro mais uns minutos de pesquisa on-line. Procurar trabalho equivale a colocar em perspectiva toda a nossa vida, encarando a realidade das nossas escolhas. E ponderar o peso dessas escolhas, que influenciaram o caminho que segui, não é nenhuma história de alegrias e vitórias. Antes uma de escolhas entre males menores e maiores.

Serão centenas, talvez milhares que dedicam parte do seu tempo a esta tarefa, que em 90% dos casos, é inglória. Somos muitos os que procuram, que encaram as escolhas da vida enquanto pesquisam entre anúncios mais ou menos fiáveis, entre ofertas mais ou menos boas, entre escolhas mais ou menos degradantes. read more

Precário?!

Eu achava que este meu “espacinho” não iria servir para isto. Mas a verdade é que os últimos tempos a minha vida tem sido esta… precariedade, insegurança, raiva… entre outros… Fica aqui um pedacinho de quem se explica melhor do que eu neste contexto:   “…deu-se aos trabalhadores o reverso da medalha: uma lei de despedimentos que garante trabalho até à eternidade a quem o tem e precariedade para sempre a quem o não tem; subsídios de desemprego garantidos, não só para quem não encontra trabalho mas também para quem não quer trabalhar; reforma segura para todos, mesmo para os que não descontaram durante a vida; um sistema de ensino público que custa uma fortuna ao país e que só satisfaz os sindicatos de professores; e um sistema de saúde pública onde se gasta mais “per capita” do que na Holanda e se espera dezoito meses por uma operação urgente. Assim se regressou ao velho Portugal de sempre, com um Estado que assegura o favor aos maus empresários e a protecção aos maus trabalhadores. (…)”     http://expresso.clix.pt/COMUNIDADE/blogs/miguel_sousa_tavares/archive/2007/08/20/45582.aspx    E completando aqui, por palavras minhas: e que sobretudo não valoriza os bons.