
Hoje, 13.02.2021, este cantinho virtual celebra 14 primaveras (invernos?!?).
Não planeei nada de especial. Queria apenas relembrar a ocasião, agradecer-vos por continuarem a ler estes artigos, e acompanhar as cenas desta vossa anfitriã.

Hoje, 13.02.2021, este cantinho virtual celebra 14 primaveras (invernos?!?).
Não planeei nada de especial. Queria apenas relembrar a ocasião, agradecer-vos por continuarem a ler estes artigos, e acompanhar as cenas desta vossa anfitriã.

De vez em quando, tenho umas ideias (meio parvas, confesso) para presentear os que me rodeiam. Uma espécie de momentos ofertados, através de pequenas coisas.
Durante uns anos foram colagens de fotografias antigas, em grandes molduras. Ou vídeos de fotos, comentados com humor… ou, mais recente, as “fotografias” desenhadas pela minha filha, ou as primeiras letras escritas pela sua mão…. O Natal de 2020 viu alguns desses momentos.

Progresso é melhor do que perfeição. Qualquer escritor, com uns anos de dedicação a esta arte, sabe disto. Ou, devia saberia…
Podemos afirmar coisas destas, e passar a ideia de não estarmos cientes do que isto implica. Soa a hocus pocus… a incentivo vazio de quem não sabe do que fala.

Vou contar-vos uma história. Uma parte da minha história.
Quando era miúda adorava cantar. A minha escrita começou com a leitura de ‘The Mad Fiddler’ de Fernando Pessoa e umas más letras para músicas dos Gun’s n’ Roses.

Como escrever uma história curta?
Cruzei-me com um vídeo sobre isto, de um escritor norte-americano que faz uso de todo o seu poder com as palavras, para ensinar qualquer coisa útil e divertida. Um recurso de escritor valioso para aperfeiçoar a arte da escrita.

Agora que estamos, de novo, em confinamento geral e que nos encontramos a gerir mais um período indefinido de coisas mais ou menos próprias para as nossas sensibilidades normais… também conhecido como: uns dias compriiiiidos feitos de montanhas-russas emocionais… ocorreu-me sugerir algumas actividades para mudarem os humores.
Com perfeita noção que estou a tentar superar (mais) um período em que não sei bem o que fazer, em que me sinto perdida no meio de tudo o que tenho em mãos, e na necessidade de encontrar uns momentos em que posso me abstrair do que me rodeia (de formas que não me façam sentir pior comigo mesma do que me sentia antes de uma dada actividade…) criei esta lista pessoal de coisinhas cuja simples ideia me traz felicidade.

O segundo documentário dos Minimalistas está na Netflix. Dirigido por Matt D’Avella, ‘Less is Now’ continua numa viagem para ver o mundo de outras formas: através do Minimalismo.
Este é um reformular do primeiro documentário Minimalism: A Documentary About the Important Things, em que acompanhamos Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus a descobrir o Minimalismo e a espalhar as suas ideias por aí.