Opinião: ‘Almost Everything’ de Anne Lamott

Almost Everything Notes on Hope

Não sei se já vos disse, mas… gosto tanto dos escritos da Anne Lamott.

Sinto sempre que pude beneficiar da experiência de vida de alguém tão imperfeito como eu. Que não se esconde atrás de falsas imagens públicas. Que aceita, ou faz um show quando não aceita, as realidades da vida. read more

Opinião: ‘Stitches: A Handbook on Meaning, Hope, and Repair’ de Anne Lamott

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Tenho a certeza que já vos tinha dito mas vou repetir: sou fã dos escritos de Anne Lamott.

Como repararam (ou não) nas últimas duas semanas virei a câmera fotográfica para as páginas de um livro que era, praticamente, residente oficial da minha wish list.  Finalmente, adoptei ‘Stitches‘ e trouxe-o para casa. read more

Recursos do Escritor: O Objectivo da História (a.k.a. Story Goal)

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Cada personagem principal deve vir munida dum objectivo pessoal, uma ambição, algo que deseja acima de tudo. São esses objectivos que justificam a criação de uma história.

O desenrolar do enredo é uma busca da resposta à questão se a personagem principal vai concretizar ou falhar na prossecução desse objectivo. read more

Opinião: ‘Bird by Bird’ de Anne Lamott

Este é um livro que pode ser lido por vários tipos de pessoas. Não só por aqueles que não conseguem evitar escrever mas, também, por os que apesar de não partilharem o bichinho da escrita partilham a vontade de fazer parte da vida de alguém que o tem. E, também, por todos os outros que se interessam por outras realidades que não a sua, e apreciam reflectir sobre a vida.

Este foi um livro que degustei. Li-o, capítulo a capítulo, um por dia, à beira da piscina, nas pausas para café, nos bocadinhos em que precisava de inspiração… Tirei notas, citações, apontei ideias, rabisquei-o na margem… E eu odeio rabiscar livros! read more

NaNoWriMo 2012 – Sobre a Intuição, os Brócolos e Persistir

Dia 24 de Outubro e, não sei como estarão as coisas aí por esse lado, mas sei que por aqui tem havido muito diálogo interno e conflitos interiores. Depois de termos a história planeada, as personagens definidas e um sentido geral do caminho que queremos seguir, continuamos a ter demasiado tempo nas mãos. Demasiado tempo para, analisar racionalmente e, pôr em causa tudo o que construímos nestas últimas semanas.

E, é aí que, nos sentimos tentados a usar a estratégia procrastinadora por excelência: adiar tudo para o último momento possível. read more