
Olá! Sê bem-vindo a esta [pausa de domingo].
Hoje, na [pausa de domingo] será esta a minha sugestão de leitura: o meu conto Tudo se vai no Outono’.

Olá! Sê bem-vindo a esta [pausa de domingo].
Hoje, na [pausa de domingo] será esta a minha sugestão de leitura: o meu conto Tudo se vai no Outono’.

Olá! Sê bem-vindo à [minha biblioteca].
Confesso! Fui enganada. Não que isto seja um evento raro… mas, andava em busca de livros não-ficção, em português, sobre temas que me interessassem, e deparei-me com “Montaigne ou a Vida Escrita” por Eduardo Lourenço. E, como no meu programa pessoal de estudos tinha Montaigne como referência a investigar, encomendei-o sem pensar muito no assunto.

Olá! Sê bem-vindo à [minha biblioteca] para usufruto na pausa de domingo, se possível.
Hoje, quero falar-vos sobre o livro “Deep Work” de Cal Newport.

Olá! Sê bem-vindo [à minha Biblioteca].
Há meses que oiço falar do livro “O Papel de Parede Amarelo”, de Charlotte Perkins Gilman. Encontrei uma edição ilustrada, em segunda-mão (mas nunca lido, como a encadernação demonstrava), que me proporcionou uma leitura fácil (bom tamanho de fonte) e aprazível.

Olá! Sê bem-vindo [à minha Biblioteca]… de novo.
Esta é a segunda parte do (tão esperado!!!) artigo sobre os melhores livros que li este ano. Neste, falarei sobre as melhores histórias Clássicas que li em 2024 e, como acredito que, continuarão a provocar impacto por muitos anos que passem.

Olá! Sê bem-vindo [à minha Biblioteca]… física e virtual, porque nem todos estes livros passaram a existir na estante cá em casa.
Este é o (tão esperado!!!) artigo sobre os melhores livros que li este ano. Adoro revisitar o que li, e relembrar os pormenores que me fizeram apaixonar (ou apenas apreciar com ternura) por um livro.

Olá a todos. Sejam bem-vindos [à minha Biblioteca].
Esta é uma homenagem aos livros que li em 2024. Esta é uma homenagem a 2024, através das actividades livrescas associadas, e de tudo o que mudou neste departamento. Esta é uma homenagem à busca pelo equilíbrio, que sempre me escapa, quando me dedico ao que, de facto, tem valor para mim.