
Início, Meio e Fim. Esta é a Estrutura de 3 Actos. É o que se costuma usar, certo?Simples!

Início, Meio e Fim. Esta é a Estrutura de 3 Actos. É o que se costuma usar, certo?Simples!

Há muito tempo que não partilhava um vídeo aqui no blog. Há muito tempo que não via um vídeo que me inspirasse tanto que despoletasse uma vontade imensa de partilhar.
‘O Nome das Coisas’ é o documentário sobre vida e obra dessa nossa grande poeta Sophia de Mello Breyner Andresen.

Andava aqui a matutar sobre este livro, um conjunto de diversos textos curtos do autor, quando me ocorreu que é notável (e, com notável, quero dizer digno de atenção) que a escrita jornalística deixa as suas raízes sob os trabalhos dos que ganham a vida com esse género de escrita.
A escrita jornalística tem um conjunto de regras. Questões que precisam ser respondidas de certa forma e com determinado estilo. Jornalistas podem apelidar-se Escritores mas, pensando bem, também podem designar-se Investigadores, Fotógrafos, ou outra coisa qualquer, consoante aquilo que desempenhem (e acumulem) para a grande máquina jornalístico-publicitária.

Antonio Skármeta, outro escritor que nos apresenta a ditadura no Chile nos anos
70. Outro autor que cumpre o seu propósito ao nos trazer um romance com significado e significância histórica.
Nas palavras do autor, James Scott Bell, este não é um livro que ensine como escrever. É, sim, um livro que pretende preencher algumas lacunas naquilo que é ensinado nos outros livros e aulas de escrita criativa.
Inspirado nos ensinamentos de Sun Tzu, o general chinês que muito reflectiu e partilhou sobre a arte da guerra, este manual divide-se em 3 partes:
Não sendo um artigo sobre E.E:Cummings, o escritor do fenomenal [i carry your heart with me(i carry it in], é da sua vida que falamos.
Matthew J. Burgess é o autor do livro que tem feito furor por aí. Confesso que estou desejosa em pôr os olhos em cima deste ‘menino’, mesmo sabendo que deve demorar até conseguir fazê-lo.