
Olá! Sê bem-vindo à [minha biblioteca].
O livro de hoje é “An Inventory of Losses” por Judith Schalansky.

Olá! Sê bem-vindo à [minha biblioteca].
O livro de hoje é “An Inventory of Losses” por Judith Schalansky.

Bem-vindos de volta! Depois de vos mostrar os meus artigos favoritos de 2022, quero deixar-vos os vossos favoritos… ou, pelo menos, aqueles que mais visitas tiveram durante este ano.
Começamos no Top 10, do menor para o artigo com mais visitas em 2022.

Quando for crescida… rica… nenhuma delas ou ambas, em simultâneo, vou ter uma daquelas bibliotecas dignas de pin do Pinterest (espreitem estes Art Corners do meu coração).
Sabem quais são? Aquelas fotos brilhantes, captadas numa grande sala, de pé alto impressionante com, pelo menos, dois andares. Preferencialmente, com uma parede total de vidro e vista sobre um Oceano. Uma secretária posicionada de frente para o mar e um cantinho de leitura à janela. E, filas e filas de livros.

Março, o mês das doenças… Este será um Diário de Bordo esquisito, uma vez que passei duas semanas do mês consumida com as doenças do meu rebento e as outras duas com as minhas. Ah, e o pai também aproveitou a deixa e contabilizou umas três semanas do mesmo que a menina… Resumindo, foi um mês da treta.
Pelo meio dediquei-me (como pude) a imaginar e organizar uns projectos criativos, que nada têm a ver com a escrita, mas que têm tudo a ver comigo: decorações de festa (como já tinha mencionado no artigo: Sobre Criar, Felicidade e Viver o Agora).

Ponto de Situação do Conto de Fevereiro:
Título do Conto: Amor da mãe
Inspirado em: No nascimento da minha filha
Género Literário: Ficção (Romance)
N.º Palavras: 1289
Progressos: Não o considero terminado. Precisa de outros componentes.
Sinopse: Há dores e amores que nunca esquecemos. Apenas sobrevivemos.

Andava aqui a matutar sobre este livro, um conjunto de diversos textos curtos do autor, quando me ocorreu que é notável (e, com notável, quero dizer digno de atenção) que a escrita jornalística deixa as suas raízes sob os trabalhos dos que ganham a vida com esse género de escrita.
A escrita jornalística tem um conjunto de regras. Questões que precisam ser respondidas de certa forma e com determinado estilo. Jornalistas podem apelidar-se Escritores mas, pensando bem, também podem designar-se Investigadores, Fotógrafos, ou outra coisa qualquer, consoante aquilo que desempenhem (e acumulem) para a grande máquina jornalístico-publicitária.