Um retiro de fazer inveja a qualquer jovem escritor. E, com a possibilidade de ter todas as despesas pagas.
http://www.icelandwritersretreat.com/not-publish-iceland-writers-retreat-alumni-award-applications-now-accepted/
Um retiro de fazer inveja a qualquer jovem escritor. E, com a possibilidade de ter todas as despesas pagas.
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Porque quero escrever um livro? Porque sim.
Não preciso de justificações, nem necessito defender a minha posição, ou elaborar sobre os motivos. Esta é uma daquelas situações em que o ‘porque sim’ basta.

Sabem qual é o problema de estudar como se constrói uma boa história? Transforma-nos em maus espectadores.
A partir do momento em que começamos a compreender a produção ficcional como um conjunto de partes, com funções específicas, reviravoltas planeadas, experiências emocionais delineadas, eventos que avançam o enredo e personagens coerentes, numa consistência construtiva das fundações de uma história, nunca mais podemos não ver a importância dessas coisas.

Paradigma Criativo é o método que usas para escrever o primeiro rascunho da tua história. É único, pessoal, e intransmissível. É teu, e só teu. É aquele que funciona para ti.
Existem 4 métodos, devidamente identificados, usados para criar o primeiro rascunho.

Andas à porrada com o Photoshop? Com o InDesign? Com a falta de imagens que acompanhem os teus escritos?
Eu ando sempre numa luta com o Photoshop. Ou, melhor dizendo, andava.
Ando aqui a pensar… se não consigo comprometer-me a escrever, pelo menos, 500 palavras por dia como posso pensar em produzir algum texto de jeito?
Tenho participado numa série de desafios artísticos mas pouco voltados para a escrita. Claro que, mesmo nestes em que a fotografia impera, acabo sempre por complementar com algo escrito. Contudo, para mim, não é suficiente.
Imagina-te com setenta anos. Imagina que viveste uma vida de trabalho físico, sem grande contacto com a escrita. Imagina que sempre tiveste mais apetência para os números do que para as letras. Para ti, os números faziam sentido, tinham regras imutáveis. As letras, não. Apesar de sempre teres lido bastante, cingias-te a leituras sobre assuntos práticos. A vida havia sido demasiado prática em detrimento de ficcional.
Consegues imaginar? Calçar esse par de sapatos?