Palavras Soltas: Escrever é a mais solitária das artes

Escrever é a mais solitária das artes

Escrever é solitário. Não apenas o acto em si, mas tudo o que a escrita envolve. Por tradição, e definição, todas as actividades  inerentes à escrita são (melhor) feitas quando estamos sozinhos. read more

#Escreve com o coração

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Tem coragem de escrever com o coração. Tudo o que crias deve vir daquele sítio onde não há crítico que o afecte.

Podemos mandar o coração parar, e ele não o fará. Podemos exigir que se transforme, e ele continuará com a sua própria batida. Podemos forçar a mudança, mas só ele pode mudar-se a si próprio. read more

Palavras Soltas: É preciso querer (mesmo)

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Enquanto temos medo das coisas impedimo-nos de as viver. Impedimo-las de acontecer.

Dizer que queremos muito algo, seja em voz alta ou para nós próprios, não muda nada. Podemos dizê-lo mas se não o sentirmos realmente, se não encararmos o que queremos com calma e aceitação, com verdadeira vontade que aconteça, nunca será uma realidade. read more

Palavras Soltas: “Escrevo sobre o quê?”

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Andava eu a perscrutar a última ‘Bang’ (N.º 18, Julho 2015) quando me deparei com uma pergunta deveras pertinente:

“Escreves livros sobre o quê?” read more

Palavras Soltas: Coleccionadores de coisas

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Enchemos o tempo de coisas. Coleccionamos peças, intangíveis ou sentimentos. Enchemos estantes reais e metafísicas de coisas que já não nos servem, excepto pelos resíduos que nos deixam. Pelas influências que tardam em partir. Cenas cuja energia não nos larga.

Enchemos o tempo de coisas e chamamos-lhe inspiração. Tiramos ilações. Regamos a vida delas. Enchemos prateleiras e salas de prateleiras de coisas que já não nos servem. De cenas que já nos serviram. De roupas velhas que já vestimos e que, mesmo estando em condições para andar em público, já não são quem nós somos. Já não nos fazem sentir apresentáveis quando temos de as usar. read more

#Pára de rever / #Stop Editing

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Pára de Rever. Pára de conter aquilo que queres escrever devido a constrangimentos que não te dizem respeito. Não voltes atrás. Não reescrevas. A tua principal função é Escrever não é Rever. É escrever as coisas tal como elas são. Tal como tu és. Sem Escrever não terás nada para Rever.

Não faças revisões baseado em ideias pré-concebidas, em medos, e em possíveis represálias imaginárias. Deixa o chicote do lado de fora e fecha a porta. read more

Recursos do Escritor: Tendências Digitais para 2015 – O futuro do que escrevemos

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Seguindo aquela máxima “Escreve sobre o que sabes…”, e dando uso àquela parte que diz “… sabe mais”, nas minhas leituras deste mês incluí uma revista especializada em Marketing.

A ‘Marketeer’ fala um pouco sobre o estado das marcas em Portugal, sobre estudos de mercado efectuados aos consumidores, sobre eventos de sucesso e empresas em mudança, novas formas de fazer negócios e novidades em vários sectores de actividade da venda a retalho. Alguns artigos deixaram-me curiosa, outros ajudaram-me a encaixar ideias e, outros ainda, saltaram do seu domínio e entraram num cruzamento interdisciplinar. read more