Diz o website:
Can you be happy for 100 Happy Days in a row? / Consegues ser feliz durante 100 dias seguidos?
Diz o website:
Can you be happy for 100 Happy Days in a row? / Consegues ser feliz durante 100 dias seguidos?
Escolham uma. Qualquer uma. Uma que vos desperte, que vos incite, que vos inspire. Desafio-os a escolherem apenas uma… eu não consegui. Das 202, 101 aqui + 101 aqui, muitas são as que fazem sentido. As que, num momento ou noutro, são determinantes para apaziguar os ânimos ou incitar à revolta.
Como escritores procuramos inspiração. Como pessoas duvidamos que ela exista… eu duvido, ponho em causa, conjecturo. No fim, acabo sempre onde comecei, à frente da folha de papel, a rezar para descobrir a fórmula que me impeça de desistir.
Ora, diz que isto é publicidade pura, dura, e sem qualquer vergonha. Como muitos de vocês devem saber vai ocorrer um grande evento já neste fim-de-semana: o SciFiLx (que podem saber tudo sobre e aderir aqui…) a.k.a. a Convenção Internacional de Ficção Científica a decorrer em Lisboa.
O tema é a Ficção Científica e a festa é só o início. Depois, teremos cinema, palestras, jogos, animação e mais umas coisas, sendo uma delas, a apresentação do Imaginauta (sobre o qual podem ver tudo aqui…) e do projecto Comandante Serralves. (Curiosos?! Vejam aqui…)
‘Na Sombra das Palavras’ a primeira antologia de contos da Editorial Divergência. Uma estreia de peso no panorama nacional. Cinco contos que nos levam pelos meandros da fantasia e aos confins do fantástico.
Tocaram-me as ilusões que se constroem sobre a pele de ‘O Livreiro’, de Fábio Ventura, e o almejar à obra que se deseja perfeita. Diverti-me na especulação de mais um fim dos tempos em ‘A Lista de Deus’ de João Ventura. Identifiquei-me com a imaginativa exposição da natureza humana em ‘O Panóptico’ de David Camarinha. Gostei das possibilidades infinitas que a atenção à vida quotidiana nos proporciona em ‘O Labirinto de Papel’ de Ângelo Teodoro. Enfrentei a escolha entre o que se decide guardar e o que se prefere esquecer em ‘Tabula Rasa’ de Mário Coelho.
Maio (?!?!?) Que posso eu dizer? Entre o trabalho oficial e o oficioso, dias de sol e temporais, histórias, projectos à parte e um cansaço tão enraizado que já nem sei como me livrar dele, o 12 Meses/12 Contos tem ficado para trás…
Não fossem as votações do Fantasy & Co. e o meu gosto temático coincidir com o da maioria votante, parece-me que não teria escrito nenhum conto nos últimos três meses. Os últimos (curtos) tempos livres têm sido para revisões e encaixes de tarefas diversas. É difícil encontrar a inspiração depois de nos sugarem a alma no pragmatismo diário…
“A tua alma é o mundo inteiro.” p.13
Adorei. Li-o quase de uma assentada. Cativou-me não apenas a mensagem, a busca pelo significado da vida, mas a facilidade com que Siddhartha abandona aquilo que já não o faz crescer em busca dum sentido maior na sua existência. O deixar tudo para trás, não uma, mas várias vezes ao longo da sua vida… e quem já passou por momentos desses sabe o quão difícil é contemplar um novo caminho quando pouco ou nada tem a que se agarrar.
Depois de ‘A Metamorfose’, a metamorfose. ‘Contos’ é a consagração de Kafka na minha prateleira de favoritos.
Tal como os animais que tendem a aparecer-me nas ocasiões mais… estranhas, também com os livros padeço desse carma. Foi assim que ‘Contos’ me saltou à vista, encaixado por baixo do tampo duma daquelas mesas de centro, em casa de uma amiga.