‘… words had the power to inspire; that you never know when what you’re saying is exactly the right thing at exactly the right time for someone. And she’s right. Remember that every time someone tells you your writing isn’t important, or the doubtful voice in your head tells you it won’t matter. Because guess what? You’re a writer.’ In ‘How We Treat Writers’ by C. Hope Clark
Categoria: Palavras Soltas
Diário de Bordo: As primeiras (largas) semanas de 2015
“Não é benéfico querer fazer tudo quando não me acalmo o suficiente para fazer qualquer coisa.” Em: Diário de Bordo: Metas para 2015
Recorrendo ao cliché “De boas intenções está o inferno cheio”… e não é que se aplica na perfeição?! Comecei o ano de 2015 determinada a deixar que certos hábitos se enraizassem. Defini duas actividades basilares que iriam ajudar a fomentar a prática diária da escrita.
Palavras Soltas: O burro, erros e a ditadura
Palavras Soltas: Medo num mundinho pequenino
Ter coragem no medo. Na escrita, como em tudo na vida, acho que aprendemos a viver com o medo. Ignoramo-lo quando é preciso, enfrentamo-lo quando não vemos nenhuma opção viável, acomodamo-lo à nossa forma de ser e de pensar. Acostumamo-nos de tal forma a senti-lo que, por vezes, chega o dia em que reparamos que desapareceu quase por completo.
Aquilo que nos assustava, a simples tarefa que parecia hercúlea, transforma-se em algo… habitual, quase corriqueiro. E, com essa confiança de que somos capazes, advêm novos desafios, o alargar do espectro da nossa consciência.
Palavras Soltas: Escolhas, Coragem e… menos, muito menos – Isabel Allende sobre viver apaixonadamente
Em cada momento difícil enfrentamos uma escolha: arriscar ou desistir. Direita ou esquerda. Sim ou Não. Tudo é importante nessa escolha. As condições, os meios, os intervenientes. Quanto maior a decisão, e a dificuldade, mais importante se torna conhecermo-nos e o que queremos.
“What is truer than truth?” Isabel Allende
Palavras Soltas: Escreve com o coração
Nenhuma história vale a pena ser contada se não o fizermos com amor. Amor à arte, a nós mesmos, aos outros. Para mim, as duas ideias a reter quando andamos à procura de uma história nova para contar são:
- ir para além do óbvio
- usar os sentimentos ou contar a história com amor
Nem todas as histórias são boas histórias para serem partilhadas. Há histórias que são boas, mas não atraem audiência. Há histórias que não serão tão boas e no entanto usufruem de um público invejável.






