Ler e escrever em Português, ou noutra língua?

Ler é um prazer, uma diversão e um escape. Ler as versões originais, acrescenta-lhe a especiaria que lhe dá mais sabor. A versão original de um livro, filme, peça de teatro, música, contém em si mesma algo que nunca poderá ser reproduzido numa tradução.

70% dos livros que leio são traduções de obras de autores ingleses/americanos. Destes 70% mais de metade são mesmo na versão original. Mas como dizia o meu pai, “tudo na vida tem 50% de coisas boas e 50% de coisas más”, o que significa que por um lado aprofundo os meus conhecimentos de Inglês, mas por outro danifico o meu Português. read more

As luzes no meu caminho

Por vezes, e por mais que tente mudar o destino, o meu caminho parece ser sempre assim: uma recta, em direcção a algo inescapável e assustador… Ao longe, a escuridão. Em intervalos regulares, as pequenas brechas de luz que nos iluminam em cada dia da nossa vida. Obrigada às luzes que perfuram a escuridão diária.

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A felicidade de uma criança

A criança arregalou os olhos, num misto de deslumbramento e incredulidade. Aquilo tudo era para ele? Nunca imaginara que a felicidade fosse assim, redonda, vermelha e… doce. Mas aquele gesto vindo dum homem tão rude, um desinteressado, um estranho, se não contasse com as inúmeras vezes que se cruzaram com ele nas escadas ou na frente do prédio onde vivia, acrescia ao espanto que ele sentia.

Nunca na vida provara um rebuçado, nunca houvera dinheiro extra para rebuçados. Aliás, nunca havia nada extra, e normalmente o dinheiro que havia não chegava para o essencial, quanto mais para o rebuçado extra. Pelo menos era o que ouvia da sua avó. read more

Mostrem-me onde fica o Off

Eu não sei desligar o botão. E eu sei que não o sei desligar, o que torna as coisas ainda mais complicadas. Aquele botãozito pequenito que corta a corrente quando o quadro eléctrico está prestes a incendiar-se. Sabem qual é?

A atenção dividida é uma prerrogativa que nos assiste, que faz com que a maioria das mulheres desempenhem várias tarefas ao mesmo tempo. Faz com que nos sobrecarreguemos de actividades. (Acumular actos confunde o Corpo.) read more

Sometimes we put up walls…

O decadente consolo de um abraço, naqueles dias em que nada parece suplantar a dor. Um encosto para a Alma, nas horas em que a única vontade é abandoná-la e voar. A certeza omnipresente de que estarás lá se for preciso, mesmo que não estejas presente. As diferenças relegadas para o “não importa”, desde que compreendas.

Para aqueles que nos acompanham pela vida fora, a quem pouparíamos a dor se tal estivesse ao nosso alcance. Que nos consolam, às vezes sem o saber. A quem consolamos, desejando fazer mais, ou sermos mais eficazes no apoio que damos. Que sentimos perto, quando longe estão. Que tentamos compreender a todo o custo, e mesmo não o conseguindo, que aceitamos sem reservas. read more

Homenagem ao Autor Português

Hoje, 22 de Maio de 2011, celebra-se o Dia do Autor Português. Desde 1982 que a SPA instituiu esta homenagem a todos aqueles que são Autores, procurando reconhecer e agradecer o seu contributo para o desenvolvimento da nossa cultura. Aqui vos deixo a minha homenagem…

Vamos celebrar o Dia do Autor Português. read more

Satisfação VS Tarefas: As fases de escrever um livro

O processo de escrever um livro, descrito graficamente. O post é do site AuthorCulture, a ideia original do escritor britânico Ed Young, e representa as fases que um escritor passa, desde o momento em que a ideia surge, até à entrega so manuscrito ao editor.

Delirei com as ditas fases, e se tirar aquela parte de tentar vender a ideia ao nosso agente literário/editor (em Portugal o processo é um bocadinho diferente), o processo de escrever um livro é basicamente isto: read more