
Olá! Sê bem-vindo a esta [pausa de domingo].
Hoje, falamos sobre ceder (ou não) quando nos sugerem alterar o título de uma história.

Olá! Sê bem-vindo a esta [pausa de domingo].
Hoje, falamos sobre ceder (ou não) quando nos sugerem alterar o título de uma história.

Há muito tempo que não me sentia impelida a escrever umas Palavras Soltas. Talvez porque as tenha levado a todas para a miriade de journals, com que encho as prateleiras (e esvazio as canetas da sua tinta). Talvez porque o panorama pessoal, social e político mudou de formas que não antecipei.
Este artigo começou como uma outra coisa qualquer. Um pouco frívola, parece-me, em comparação com que prossegui a escrever aqui. Não posso, ou quero, dizer-vos o que devem fazer. A cada um de nós cabe a responsabilidade de decidir sobre o que faz. Mas, persigo a dizer como vejo o imbroglio em que nos metemos, e como isso funciona (ou não funciona) para mim.
Ao longo dos tempos a figura de Fernando Pessoa tornou-se uma imagem de marca tão reconhecível como os seus mais famosos escritos.
Não há muito, essa mesma imagem serviu de inspiração para um dos meus contos (que, infelizmente, não viu a luz do dia por motivos que me são desconhecidos).
Nem só de Leituras se fez o ano. Muito do tempo passado de volta da literatura traduziu-se em pesquisa, recolha de ideias, escrever e reescrever.
Gostava de ter escrito mais, de forma mais focada, orientada para objectivos específicos e projectos futuros. Infelizmente, muitas semanas se passaram a remoer outros temas, a cumprir prazos em tarefas menores, e fora da zona de concentração.
Já passaram uns dias desde este anúncio, e se me seguem nas redes sociais já sabem com certeza, mas não quero deixar de partilhar convosco esta boa notícia.
O meu conto ‘Tudo vai no Outono’ foi escolhido como um dos dez finalistas do Concurso Literário Ficções e Pessoa organizado pela ‘A Sangue Frio Editores’.