Diário de Bordo: Adeus 2013!!! Olá 2014!!! Metas Anuais

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Este é o último artigo da série ‘Adeus 2013!!!’ e o primeiro de ‘Olá 2014!!!’. As últimas semanas, e a necessidade de resumir o que andei a fazer nos últimos 12 meses, deixaram-me com a cabeça às voltas. Entre o que estipulei fazer e o que fiz na realidade não posso dizer que tenha havido grande discrepância. Mas, e há sempre um ‘mas’, percebi que os resultados não foram os esperados.

É certo que não posso definir objectivos que não derivem dos meus esforços pessoais. É impossível determinar que resultados irei obter quando estes não dependem de mim em exclusivo. Contudo, algures pelo caminho, perdi a visão do alvo. (ou será que alguma vez o vi de todo?!) Não saber o que queremos fazer, onde queremos chegar, qual é o alvo, é o princípio para não chegar a lado nenhum. O nosso maior obstáculo (ou incentivo) é essa incerteza. Podemos não saber como lá chegar, ou se lá chegaremos, mas não podemos desconhecer o que queremos. read more

Diário de Bordo 2013: Adeus 2013!!! Os meus escritos

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Nem só de Leituras se fez o ano. Muito do tempo passado de volta da literatura traduziu-se em pesquisa, recolha de ideias, escrever e reescrever.

Gostava de ter escrito mais, de forma mais focada, orientada para objectivos específicos e projectos futuros. Infelizmente, muitas semanas se passaram a remoer outros temas, a cumprir prazos em tarefas menores, e fora da zona de concentração. read more

NaNoWriMo 2013 – ‘A beleza do fracasso’ e a piada cósmica do costume

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“O fracasso nunca é procurado, é sempre temido e impossível de ignorar. Na verdade, paira sobre todas as tentativas de exploração. No entanto, sem o aguilhão do fracasso que nos estimula a reavaliar e a repensar, o progresso seria impossível.” Hannah Bloch

“A beleza do fracasso – o que seria de nós sem ele?” é o título dum artigo, na edição portuguesa da National Geographic , de Outubro de 2013, onde vários exploradores fornecem um vislumbre dessa frágil relação entre o sucesso e o fracasso. Um texto (tão facilmente) aplicável à nossa realidade de escritores, e à minha situação em particular, que merece um destaque especial aqui no blogue. read more

Diário de Bordo: Actividades Literárias dos últimos tempos

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Porque será que, por mais que faça, parece sempre pouco? Respostas filosóficas à parte, aqui fica um resumo do que andei a fazer por aí, no que diz respeito à literatura.

Nos Escritos Publicados: read more

NaNoWriMo 2013 – Dia #1 – Em modo ‘Abandono Literário’ e não só…

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E se vos disser que, durante o dia de ontem, me esqueci por completo que à meia-noite começava o NaNoWriMo?

Pois! Felizmente, houve quem me relembrasse (o que eu agradeço). Assim, à meia-noite (quase) em ponto abri o documento de Word que será o meu ‘mais que tudo’ durante um mês. Dois parágrafos registados e dei conta que tinha de fechar o dito ou passaria a noite em claro… coisa que, neste momento, não ia ser útil ou desejável. read more

NaNoWriMo 2013 – O pânico! O desespero! O horror!

quiet in my heart_Ian Thomas

A quatro dias do início do desafio é hora de rever o que planeámos, detectar o que queremos mudar e listar as alternativas que podemos querer vir a usar. A quatro dias do fatídico início, e dependendo do tipo de delineador de planos que sejas, tens uma ideia bastante definida da história, das suas personagens, dos locais e da ambiência que pretendes.

Aqueles que levam o planeamento detalhado à risca terão também uma quantidade ínfima de pormenores, decorrer de cenas, interligações e sub-enredos. Os que não funcionam desta forma terão um conjunto de ideias, em papel ou noutro formato (o mental incluído), e uma convicção daquilo que querem construir. read more

NaNoWriMo 2013 – E o plano? Tens um plano?

plano 2012

Cada projecto exige de nós um esforço especial. Algo inteiramente dedicado àquele texto, a uma ambiência, ao resultado final que almejamos. Sou de opinião que o plano deve reflectir esta adequação ao projecto em causa.

Como indivíduos optamos pela organização, ou sistema, que acreditamos melhor se adequar às nossas necessidades e inspirações artísticas. E é assim que deve ser. Escrever ficção, seja qual for o género literário ou estilo pessoal, não obedece a parâmetros rígidos ou regras absolutas. Deve, sim, obedecer àquilo que melhor se adequa ao texto em si. Com isto quero dizer, pouco importa a estrutura do planeamento, se obedece às métricas definidas, se possui os picos de acção/emoção nos sítios pré-definidos. Isto não é produção fabril. É paixão, é emoção, é criar as nossas guias, as linhas que nos ajudam a ir de ‘A’ a ‘B’ sem nos perdermos (muito). read more