Mudei-me. Ah! pois é! Acabou-se o sarinhafarinha.wordpress.com e arranca o blog.sarafarinha.com
Qual é a diferença? Ahhhh diz que sarafarinha.com está oficialmente registado. E, também diz que, agora é a doer.
Mudei-me. Ah! pois é! Acabou-se o sarinhafarinha.wordpress.com e arranca o blog.sarafarinha.com
Qual é a diferença? Ahhhh diz que sarafarinha.com está oficialmente registado. E, também diz que, agora é a doer.
Manter um Diário: 59.ª tentativa… A grande odiosa tarefa de escrever um diário. Acho que, de certa forma, o blogue acaba por servir para isto também. Um blogue é um Diário. E que coisa tão egoísta de se dizer… É. Os blogues servem para nos expressarmos como indivíduos e ao fazê-lo podemos criar algo com que os outros se identifiquem e que lhes seja útil.
Há uns anos, após me deparar com a necessidade de separar Escritos de Leituras e de Publicações Literárias, criei um espaço especial para este tipo de textos. Tenho toda uma tag que uso para textos mais opiniativos, de escrita menos formal, e mais pessoal.
‘… words had the power to inspire; that you never know when what you’re saying is exactly the right thing at exactly the right time for someone. And she’s right. Remember that every time someone tells you your writing isn’t important, or the doubtful voice in your head tells you it won’t matter. Because guess what? You’re a writer.’ In ‘How We Treat Writers’ by C. Hope Clark
Quem acompanha este meu cantinho literário sabe que, de vez em quando, gosto de me meter nuns desafios esquisitos.
Várias vezes fui… chamada à atenção com coisas do género: “Tão pragmática, e depois… é isto.” Mas prevalece a vontade de procurar e apreciar coisas novas, mesmo se tidas em pouca conta pelos outros.
“Every novelist dreams of it–writing the book that rockets to the top of the best-seller lists. Now, they can see how it’s done, up close, in a book by an agent who has sold manuscripts that turned into hits.” – ‘Writing the Blockbuster Novel’ de Albert Zuckerman – Amazon
Atentem ao início desta sinopse. Reparem na frase que vende a obra… ou tenta, pelo menos. Eu reparei e “aquilo que todos os novelistas sonham – escrever o livro que voa para o topo das listas de mais vendidos”, claramente, não se referia a mim.
“Não é benéfico querer fazer tudo quando não me acalmo o suficiente para fazer qualquer coisa.” Em: Diário de Bordo: Metas para 2015
Recorrendo ao cliché “De boas intenções está o inferno cheio”… e não é que se aplica na perfeição?! Comecei o ano de 2015 determinada a deixar que certos hábitos se enraizassem. Defini duas actividades basilares que iriam ajudar a fomentar a prática diária da escrita.
Sobre o conto ‘Somos Felizes’… Quem já leu, espero que tenha gostado, e se quiser dar feedback, sinta-se à vontade. Para os que ainda não leram… bom, deixo-vos um aperitivo.
O que estaríamos dispostos a esquecer? Quanto da nossa individualidade, estaríamos dispostos a ceder? O que aceitaríamos perder? Quanto cederíamos para pertencer à sociedade?