Em breve, vamos comemorar a publicação do conto n.º 100 do Fantasy & Co… e estamos a preparar uma doce surpresa para os nossos leitores.
Deixo-vos aqui uma pista…
Em breve, vamos comemorar a publicação do conto n.º 100 do Fantasy & Co… e estamos a preparar uma doce surpresa para os nossos leitores.
Deixo-vos aqui uma pista…
‘Plague’s keep’ o meu primeiro conto escrito em Inglês para o Desafio 12 Meses/12 Contos. Há coisas que nascem de determinada forma ou, como é o caso, num idioma diferente e não há muito que possamos fazer para impedir que assim seja.
Com a quantidade de obras em Inglês, que habitualmente leio, não é de estranhar que a mente tenha decidido criar nesta que é, verdadeiramente, a minha segunda língua (e uma das minhas paixões desde que me conheço como gente).
Começo a escrever esta opinião uns segundos após terminar a leitura deste livro. Não pretendo terminá-la (e não o fiz) antes de reflectir um pouco mais sobre a mensagem destas páginas, mesmo que o tenha degustado devagar, relido inúmeras partes, e feito pausas para absorver algumas das ideias (e partilhado o máximo de citações na minha página de Facebook).
Este foi outro daqueles livros que não planeei ler mas que, por ironia do destino, acabei por escolher. E, se estão a pensar ‘típica leitura feminina”’, pensem de novo. A ideia de história lamechas, da qual não se aproximariam nem a dez metros de distância, só assusta os que têm ideias pré-concebidas, inabaláveis na sua essência por qualquer coisa que fuja ao costume.
Quem anda nestas lides literárias, como escritor ou leitor, decerto já ouviu falar deste desafio. Aqueles que têm acompanhado este cantinho literário sabem que, todos os anos, gosto de partilhar a minha experiência.
Com o intuito de nos pôr a escrever, de nos retirar quaisquer bloqueios de escritor, de cimentar um sentimento de que pertencemos a uma comunidade, dispersa por esse mundo fora, mas comum na prossecução dos seus objectivos, o NaNoWriMo é o mecanismo em que podemos confiar para deixar algo de maior dimensão, a cada ano que passa.
O conto de Agosto foi um c***** doloroso (que se arrastou por Setembro), como só tudo o que é violento tem a capacidade de fazer.
Uma história com um rumo, ritmo, mensagem e 579 palavras depois… um conto encostado às boxes. Mas, no meio da miscelânea de excertos que escrevi nos últimos meses, decidi experimentar uma nova técnica: um diário da personagem principal que ajudasse a consolidar a backstory (e bem que estou a precisar de organizar as histórias).
“Reading literature is a highly intellectual activity, but it also involves affect and instinct to a large degree. Much of what we think about literature, we feel first. (…) Imagination isn’t fantasy. That is to say, we can’t simply invent meaning without the writer (…) a reader’s imagination is the act of one creative intelligence engaging another. So engage that other creative intelligence. Listen to your instincts. Pay attention to what you feel about the text. It probably means something.” “How to Read Literature Like a Professor” by Thomas C. Foster
Quantos de nós, leitores, procuram o significado mais profundo de uma obra? Quantos olham para a página e questionam o porquê de determinada circunstância, adereço ou condição climatérica? Quais de nós procuram o significado do nome de uma personagem e as suas raízes, por forma a perceber se também ele nos dará uma pista para o que as páginas seguintes lhe reservam? Suponho que alguns… não muitos.