
Bem-vindos de volta a mais uma pausa de Domingo.
Hoje, na minha lista de afazeres consta:

Bem-vindos de volta a mais uma pausa de Domingo.
Hoje, na minha lista de afazeres consta:

Relembro:
Um mês, um tema. A dia 1 de cada mês de 2022 é lançado um tema, inspirado nas 12 leis do carma, sob o qual iremos construir uma curta obra de arte.

Dezembro, esse mês de Natal…
O frio de cortar a pele que se sente nas manhãs. O conforto de um chá quentinho. A necessidade de uma manta fofa e um bom livro. Os momentos em família e a felicidade de estarmos com os nossos. A contemplação calma, do que foi, e do que virá.

Começo a acusar o cansaço a sério. E, faço-o da forma que me é habitual: dor de cabeça.
Basta-me mudar a rotina, diminuir o meu tempo em frente ao computador, fazer uma ou duas refeições não-keto, submeter-me a excesso de input sensorial (olá! excesso de barulho, luz e cor), e lá vem o camião, por dentro, atropelar-me o cérebro.

Chegou a época de ver as listas de livros, compiladas como possíveis prendas de Natal, e… começar a ficar cheia de urticária.
Sim, são listas cheias de histórias que se vendem, e que chegam ao topo das recomendações, mas que não são para todos.

Escrever ou criar, sob qualquer forma, uma obra de arte exige que passemos bastante tempo sozinhos. Dedicados em exclusivo ao trabalho que a construção da obra requer.
E, por mais que desejemos poder viver em introversão, afastados de tudo aquilo que provoca demasiados sentimentos contraditórios, como interesses económicos, pressão, jogos de poder… a verdade é que criamos uma obra para os outros.

Há uns dias li uma frase cujo significado me ficou gravado na memória. Escreve Steven Pressfield que, é no período final de completude de uma obra que a Resistência se torna mais mortal.
Como eu o compreendo.