
Como começou o 12 Meses/12 Contos?
Há sempre tempo para começar qualquer coisa.

Como começou o 12 Meses/12 Contos?
Há sempre tempo para começar qualquer coisa.

Por vezes, esqueço-me do que senti ao começar. Por vezes, sinto que continuo a esuecer-me de fazer coisas básicas. Tão básicas como sentar o tutu na cadeira e escrever.
Escrever sem planos, sem regras, sem algemas. Sentar-me e Criar. E, o resto, que se ajeite.

Definir uma Palavra para o novo ano que aí vem ajuda-nos a focar as nossas acções naquilo que queremos mudar, naquilo que queremos que aconteça.
Ela permite-nos criar uma intenção para o ano que se aproxima e avisa o Universo que é isto que queremos Fazer/Ser/Ter.

Sem pensar em A+B = a C ou a D? E, se conseguirei, com qualquer dos resultados.
[bctt tweet=”Onde se pensa muito, resta pouco espaço mental para crescer, para falhar, para ter coragem de começar de novo e fazer melhor.” username=”sara_farinha”]

Com o final do ano a chegar vai sendo tempo de reflectir sobre 2017 e o que quero para 2018.
Presumo que estejam a fazer o mesmo. E, fazem muito bem!

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O final de cada ano propõe-se a uma reflexão profunda. É tempo de considerar o que passou, avaliar o bom e ponderar sobre o mau, e definir as intenções para o novo ano que aí vem.
Costumo fazer isto de várias formas… Sim. Já fui informada que pensar um bocadinho menos fazia-me bem. Mas, como ainda não cheguei aí, esta é uma forma divertida e criativa de reflectir sobre alguns temas preponderantes, usando as minhas rotinas para os representar.