
Olá a todos! Sejam bem-vindos a este blog.
O artigo de hoje é sobre a necessidade de encontrarmos estratégias que nos ajudem a escrever melhor.

Olá a todos! Sejam bem-vindos a este blog.
O artigo de hoje é sobre a necessidade de encontrarmos estratégias que nos ajudem a escrever melhor.

O que significa ter sucesso? O que somos, e aquilo que sentimos, alinham-se quando temos sucesso? Quanto estamos dispostos a mudar, abdicar e reconstruir de outras formas, quando almejamos ter sucesso?
E, o que pensamos sobre a forma do sucesso quando, o que desejamos, parece estar associado a uma actividade sobre a qual nos convencemos ser quase impossível ser-se bem sucedido?

Cada escritor tem um processo criativo próprio. Cada um de nós tem hábitos, processos, formas de ser, e estar, que determinam a execução de um projecto.
E, em caso de dúvida, tudo o que temos de fazer para comprovar isto, é procurar qualquer entrevista feita a um escritor conhecido, e ouvir o que ele tem para nos dizer dos seus ritmos criativos.

Terminei o segundo rascunho d’Os Metamorfos.
Até podia começar por lamentar o ano difícil que tem sido, ou por dizer que ainda faltam (sabe Deus) quantos rascunhos até eu ficar satisfeita com o resultado deste projecto, ou o que me fez continuar a aparecer para completar este texto… ou que era suposto tê-lo terminado ainda no decorrer de 2021.

Quantas vezes ouvi “Devias escrever isso. Dava uma boa história!“, quando tenho a infeliz ideia de partilhar coisas que me aconteceram durante estas minhas, relativamente curtas, décadas de vida…
Não o faço. Não de forma pública. Não em não-ficção. Guardo-o para os meus botões, ou diários, como é o caso. Guardo-o para as poucas pessoas em quem confio. Ou, guardo só para mim.

Aviso: Este artigo contém algumas ideias sobre sentirmo-nos assoberbados, responsabilidades, e a inspiração criativa que nos pode salvar destes estados de alma esquisitos.
Como nos diz o tema deste mês, do Desafio Criativo ‘As 12 Leis do Carma’:

Em todo o lado somos confrontados com a ideia de que há milhares de coisas a competir pela nossa atenção.
Sim, somos nós que nos habituamos a dividir a nossa atenção por mais do que uma actividade ao mesmo tempo e, nos casos mais extremos, acabamos surpreendidos porque, quando estamos a fazer apenas uma coisa, sentimo-nos desocupados…