
Não é a primeira vez que escrevo sobre o meu percurso na blogosfera, como podem ler aqui, mas é a primeira vez que festejo o Aniversário deste cantinho virtual.
9 anos de dedicação a esta coisa de escrever, e publicar, artigos.

Não é a primeira vez que escrevo sobre o meu percurso na blogosfera, como podem ler aqui, mas é a primeira vez que festejo o Aniversário deste cantinho virtual.
9 anos de dedicação a esta coisa de escrever, e publicar, artigos.
Porque escrever um livro não é sinónimo de ser Escritor? Porque escrever vários livros pode não ser sinónimo de ser Escritor? Porque deixamos o ego interferir no trabalho do dia-a-dia?
Como afirma este senhor na imagem aqui do lado, pertencente àquele, tão conhecido, filme… “Não aguentas a verdade.”
Nas palavras do autor, James Scott Bell, este não é um livro que ensine como escrever. É, sim, um livro que pretende preencher algumas lacunas naquilo que é ensinado nos outros livros e aulas de escrita criativa.
Inspirado nos ensinamentos de Sun Tzu, o general chinês que muito reflectiu e partilhou sobre a arte da guerra, este manual divide-se em 3 partes:

Escrever é solitário. Não apenas o acto em si, mas tudo o que a escrita envolve. Por tradição, e definição, todas as actividades inerentes à escrita são (melhor) feitas quando estamos sozinhos.

Tem coragem de escrever com o coração. Tudo o que crias deve vir daquele sítio onde não há crítico que o afecte.
Podemos mandar o coração parar, e ele não o fará. Podemos exigir que se transforme, e ele continuará com a sua própria batida. Podemos forçar a mudança, mas só ele pode mudar-se a si próprio.
Não sendo um artigo sobre E.E:Cummings, o escritor do fenomenal [i carry your heart with me(i carry it in], é da sua vida que falamos.
Matthew J. Burgess é o autor do livro que tem feito furor por aí. Confesso que estou desejosa em pôr os olhos em cima deste ‘menino’, mesmo sabendo que deve demorar até conseguir fazê-lo.
Dia 21 de Janeiro de 2016. Conto 21 dias desde o início do ano e, cerca de um mês, desde que escolhi a Palavra orientadora para este ano que entrou a galope.
Não sei se se recordam mas, no ano passado, descobri o desafio ‘Find Your Word’. Baseado numa premissa muito simples, Susannah Conway incentiva-nos a parar para pensar no ano que se aproxima e naquilo que queremos viver durante esse período.