
Olá a todos! Sejam bem-vindos a mais uma Pausa de Domingo.
Neste Domingo, contemplo alguma ideias sobre aceitar alguns eventos menos felizes da semana que passou.

Olá a todos! Sejam bem-vindos a mais uma Pausa de Domingo.
Neste Domingo, contemplo alguma ideias sobre aceitar alguns eventos menos felizes da semana que passou.

Está frio lá fora.
Aqui dentro nem sempre está aconchegante, confesso. Preciso recordar-me de ligar o aquecimento. Trago uma caneca de chá reconfortante, um livro, e enrolo-me numa manta, ali no sofá. Ponho música a tocar… E, durante uns minutos, não há nada mais no mundo.

Bem-vindos de volta a mais uma pausa de Domingo.
Hoje, na minha lista de afazeres consta:

Começo a acusar o cansaço a sério. E, faço-o da forma que me é habitual: dor de cabeça.
Basta-me mudar a rotina, diminuir o meu tempo em frente ao computador, fazer uma ou duas refeições não-keto, submeter-me a excesso de input sensorial (olá! excesso de barulho, luz e cor), e lá vem o camião, por dentro, atropelar-me o cérebro.

Há uns dias li uma frase cujo significado me ficou gravado na memória. Escreve Steven Pressfield que, é no período final de completude de uma obra que a Resistência se torna mais mortal.
Como eu o compreendo.

…neste microscópico cantinho do meu mundo, hoje és nevoeiro, citando o final daquele poema (de que tanto gosto) de Fernando Pessoa. E, sim,…
É a hora!

Não vos vou mentir, esta foi uma semana intensa. E, apesar de considerar que as minhas semanas têm início ao sábado, verdade é que, ainda não consegui libertar-me da sensação de intensidade… e, estamos a um minuto de Domingo.
Não posso dizer que tenha sido uma semana difícil. Gosto tanto disto que faço que não me parece correcto chamar-lhe difícil, daí o uso da palavra intenso.