
As regras da Escrita são o tema mais quente desta vida de autor…
Quais são as regras? Há uma fórmula mágica, ou pior, matemática para ser um escritor de sucesso? Devemos acreditar em tudo o que dizem ser regras a seguir?

As regras da Escrita são o tema mais quente desta vida de autor…
Quais são as regras? Há uma fórmula mágica, ou pior, matemática para ser um escritor de sucesso? Devemos acreditar em tudo o que dizem ser regras a seguir?

Andava aqui a matutar sobre este livro, um conjunto de diversos textos curtos do autor, quando me ocorreu que é notável (e, com notável, quero dizer digno de atenção) que a escrita jornalística deixa as suas raízes sob os trabalhos dos que ganham a vida com esse género de escrita.
A escrita jornalística tem um conjunto de regras. Questões que precisam ser respondidas de certa forma e com determinado estilo. Jornalistas podem apelidar-se Escritores mas, pensando bem, também podem designar-se Investigadores, Fotógrafos, ou outra coisa qualquer, consoante aquilo que desempenhem (e acumulem) para a grande máquina jornalístico-publicitária.

Antonio Skármeta, outro escritor que nos apresenta a ditadura no Chile nos anos
70. Outro autor que cumpre o seu propósito ao nos trazer um romance com significado e significância histórica.
“Cartas de Amor, quem as não tem…” já dizia a música. Mas, destas, é certo que não teremos muitas. Mais um desafio, mais ou menos literário, para 2016. Abril é o mês das cartas de
amor. A cada dia, um novo mote. O desafio é escrever uma carta para cada dia do mês de Abril, sob o tema definido à priori para cada dia.