
Estou consciente que definir limites precisos para uma subdivisão de formato vai gerar burburinho. Aparentemente, este é um dos temas que nunca gera consenso, pelo que deixo aqui uma modesta contribuição para o assunto.

Estou consciente que definir limites precisos para uma subdivisão de formato vai gerar burburinho. Aparentemente, este é um dos temas que nunca gera consenso, pelo que deixo aqui uma modesta contribuição para o assunto.
Primeira semana de Julho e agora que o calor abrandou e o meu ritmo acelerou, cá estou eu de volta para vos contar as últimas novidades sobre os meus escritos.
Começo pelo meu livro ‘Percepção’, sete meses após o lançamento ainda recebo opiniões e mensagens sobre ele. Tenho andado um pouco distraída no que se refere à publicidade deste meu trabalho. Preciso de ideias novas para ajudar na divulgação e de me concentrar neste projecto.

“Nenhum arquétipo pode ser reduzido a uma simples fórmula. Trata-se de um recipiente que nunca podemos esvaziar, nem encher. Ele existe em si apenas potencialmente e quando toma forma em alguma matéria, já não é mais o que era antes. Persiste através dos milênios e sempre exige novas interpretações. Os arquétipos são os elementos inabaláveis do inconsciente, mas mudam constantemente de forma.” Carl Jung
Para lá do oceano há uma tradição que inclui convidar celebridades locais e internacionais para proferirem os discursos de encerramento do ano lectivo universitário. De vez em quando alguns destes textos e as suas mensagens distinguem-se de tal forma que encontram o caminho para o público de outras partes do mundo.
Há tempos atrás emocionei-me com as palavras de J.K. Rowling. Hoje deixo-vos aqui Neil Gaiman no seu discurso de incentivo aos finalistas da University of the Arts (e a todos os autores, artistas e criativos).
E mês e meio depois… O mês de Junho tem sido brutal. Concedo que aconteceram muitas coisas nas outras partes da minha vida, que não a literária, mas isso não devia ser motivo. No panorama das últimas seis semanas, entre fins-de-semana com amigos e umas mini-férias que passaram a correr, aconteceram algumas coisas dignas de nota.
No âmbito de outros projectos:

Longe vai o tempo em que ser escritor significava publicar e desaparecer fisicamente do escrutínio público. Actualmente, um jovem escritor é alguém que vive (ou deveria viver) nas redes sociais mostrando aquilo que faz.