Crescimento Criativo. O que se segue?

o que se segue

2018 foi curto. Parece-me que sim. Dei-lhe muito uso. Tanto, que me ficou a parecer curto para tudo aquilo que eu queria empreender.

Folheando o meu Diário (criativo), parece-me que arranjei e inventei as ferramentas necessárias para cada fase deste meu ano.

Aprendi horrores. Voltei a criar. Voltei a escrever. Reencontrei o meu gosto por pintar. Voltei aos meus pequenos projectos de artesanato. Regressei ao que gosto de ler e progredi para novos rumos de leituras.

Cresci. Cresci Criativamente. Tanto que, olho para trás e, mais uma vez, constato o sucesso da minha palavra/expressão orientadora para 2018.

Privilegiei aquilo que me alimentava o espírito em detrimento do que me matava aos poucos. Cresci e orgulho-me disso. Sim, o orgulho pode ser Ego, e Ego não é bom, mas este orgulho não existe em comparação com (algo). Existe em função de (mim).

Cheguei a Dezembro de 2018 com a perfeita noção de que fiz o melhor que pude em cada momento.

Mas, parte de crescer também significa que Evoluir é Regressar a quem sou e acrescentar-lhe algo, todos os dias, a cada oportunidade.

Não foram só coisas boas. Crescer é sempre doloroso. Por vezes, de formas que não conseguimos verdadeiramente sarar. Crescer é doloroso. Crescer com Criatividade torna-o mais inseguro.

Grande parte do Crescimento Criativo é feito de dores e incertezas, de tentativas falhadas e insucessos, de abandonos e de seguir em frente, mesmo quando só nos apetece enrolar num canto e ficar a definhar.

Em 2018…

Inaugurei 2018 com a continuação da prática de Journaling. Comecei uma espécie de Bullet Journal, cheia da arte que me apetecia desenhar e colar. Defini algumas coisas como áres de Foco, Exercícios criativos, registos de sono e humores (Olá, hormonas palpitantes!). Fiz questão de registar os meus momentos para, chegada a Dezembro, poder olhar para eles com respeito.

Dediquei parte do meu tempo a seguir alguns podcasts que me ajudaram a aprender sobre alguns assuntos que me interessavam (como o Hay House World Summit).

Inscrevi-me num curso de pintura/mixed media (Color Crush Creative) que me fez voltar a pintar e desenhar.

Li, e tirei muitas notas, sobre novas formas de sustentar a Criatividade que, durante os últimos anos, parecia ter-me abandonado.

Bloqueei pequenos blocos de tempo para ver documentários que me interessavam (como Abstrato – A Arte do Design).

Voltei a escrever contos, no meu desafio pessoal 12 Meses/12 Contos.

Voltei a escrever ficção, participando no NaNoWriMo deste ano (e, apesar de ter ficado aquém das 50 000 palavras em Novembro, descobri que o que me faltava era… nada).

Regressei ao artesanato e à criação de peças para festas de aniversário e outras ocasiões afins (podem ver algumas peças aqui…).

Continuo a escrever poemas. Nunca consigo mesmo parar de escrever poemas.

Combinei fotografia e pequenos escritos, ambos de minha autoria, que tenho publicado de forma mais ou menos regular no Instagram.

Olhando para o que vivi em 2018, e para aquilo que ganhou raízes em mim, sei que posso concluir umas coisas:

Preciso de paz interior para ser criativa e feliz. Sem paz não sai nada de jeito.

É importante meditar, fazer exercício físico e mental, e exercitar o Agora com regularidade.

Sou de opiniões fortes e adepta feroz da Acção. Se não fosse, não exisitiria este blog, o meu livro, as minhas histórias, eu.

A negatividade aparece quando me sinto ansiosa. Ambas conspiram contra a Criatividade.

Focar-me no que quero sem perder a liberdade. Quando almejo a perfeição, abro a porta à ansiedade.

Mexer-me mais acelerou a cura.

Tomo conta de mim primeiro. É a única forma de tomar conta dos outros da forma que eu sei ser capaz.

Investir em mim é sempre o melhor investimento.

A Arte é uma terapia eficaz.

Simples é melhor.

O que os outros pensam sobre mim, não me diz respeito.

Ambientes estéreis/difíceis não nutrem o meu espírito criativo.

Aprendi muitas, e variadas, coisas. Redefini os meus padrões de sucesso. Criei e semeei aquilo que penso ser parte do meu futuro.

Acima de tudo, sou grata a todos os que me acompanharam nos últimos 12 meses.

Agora, preparo outra batalha: 2019.

E, a palavra orientadora ainda está para se manifestar… Mais ou menos… Estou a tratar do assunto neste preciso momento.

Obrigada a todos vós que têm acompanhado os meus blogues. A todos os que comentaram artigos ou fotografias. Que 2019 vos traga tudo o que desejam.

Como foi o vosso 2018? Criativo? Alinham em descobrir a vossa palavra orientadora para 2019? Enviem os vossos comentários.

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