Li a primeira página, no corredor de uma grande superfície, e ela chegou para que o trouxesse para casa. Intrigada com a história do pequeno Daniel, e de seu pai, embalada pela cadência daquelas palavras iniciais, peguei-lhe de novo assim que passou a porta da minha casa.
Desde aí deixei que a beleza das suas descrições, a acutilância das constatações e a intriga que pairava sobre as personagens me absorvessem. Uma história que tanto tem de beleza como de fealdade, de natureza humana no seu pior e melhor, de decepção e concretização.






