(Escritores) Aventureiros precisam-se

Publicar uma obra é um assunto complicado, especialmente num país como o nosso em que o mercado é do tamanho duma ervilha (alguém acrescentou) “e desidratada!”.

Lá por fora fala-se em Indie Publishing ou Self Publishing, que significa que o autor é totalmente responsável por todo o processo de criação, edição e marketing dos seus livros. Por cá, ainda há pouco tempo fomos invadidos por editoras às quais pagamos para publicar, pelo que falar de auto-publicação é no mínimo de difícil concretização. read more

Not so “Uglies” de Scott Westerfeld

Adiei, adiei e adiei mais um pouco. Soava demasiado a mais um livro para adolescentes (não que haja algo de errado nestes livros, afinal a minha selecção não é assim tão divergente), talvez cheio de preconceitos e de problemas de auto-estima banais. Enganei-me, felizmente!

Scott conta a história de uma sociedade pós-apocalipse, em que todos os problemas residem no aspecto físico das pessoas e todas as soluções para esses problemas eram encontradas após uma cirurgia total que as transformava em algo perto da perfeição. read more

Recursos do Escritor: The Creative Penn

E, já que falava de recursos para o escritor, e no seguimento do desafio lançado há umas semanas neste Blog, começo pelo site da autora/blogger/formadora/consultora Joanna Penn. read more

Em pesquisa: Ficção Científica

Falar de Ficção Científica, para o público em geral, significa que as suas cabecinhas imediatamente imaginam naves espaciais, robots ao quilo e filmes com maus efeitos especiais. Talvez para muitos o seja, mas para muitos mais não o é.

 Neste género, marcaram a minha adolescência, o livro “Marune: Alastor 933” de Jack Vance, filmes como “A Guerra das Estrelas” e mais tarde “Matrix”, a série televisiva “Espaço 1999” e a “Star Trek”. (OK. Também me parece que é um bocado de naves e maus efeitos especiais.) read more

Paranóias de infância

Após ler o texto “How to stop worrying what others think”, cruzei-me com um post de Seth Godin “Now you are a celebrity”, e dei por mim a pensar numa série de barbaridades que tanto sentido fazem nesta vida sem sentido.

Sempre tive um problema ou dois neste departamento de querer agradar a todos. Desde que me lembro de ser gente que tento agradar, gosto de agradar e motiva-me ser recompensada quando agrado (em sentido lato, claro!). Lembro-me particularmente bem das constantes comparações entre mim e o outro rebento da família. Coitada, aí saiu-lhe a palhinha mais curta. read more