[i carry your heart with me(i carry it in] by E. E. Cummings

i carry your heart with me(i carry it in my heart)i am never without it(anywhere i go you go,my dear;and whatever is done by only me is your doing,my darling)                                                       i fear no fate(for you are my fate,my sweet)i want no world(for beautiful you are my world,my true) and it’s you are whatever a moon has always meant and whatever a sun will always sing is you

 

here is the deepest secret nobody knows (here is the root of the root and the bud of the bud and the sky of the sky of a tree called life;which grows higher than soul can hope or mind can hide) and this is the wonder that’s keeping the stars apart i carry your heart(i carry it in my heart)
by E.E. Cummings
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Sobre “Escrever”, a nova Categoria das 6ªs feiras

Um compromisso assumido publicamente é algo difícil de quebrar. Ou deveria ser, pelo menos para aqueles que honram os seus compromissos. Eu assumi um compromisso com este blog, assumi uma rotina, desenvolvi ideias e escrevi, com há muito tempo não o fazia na blogosfera.

Este blog é um compromisso na minha tentativa de criar uma plataforma online para a minha escrita. Neste momento, ainda representa um esforço muito incipiente na prossecução dos meus objectivos, mas lá chegarei. read more

John Le Carré: De génio e de louco…

John Le Carré é escritor, é britânico, é mundialmente conhecido e rejeitou a nomeação para o Man Booker International. Mas hei! Prémios? Concursos? Essa coisa em que somos nomeados, onde o nosso trabalho é escrutinado, criticado ou agraciado, e no fim podemos sentir-nos os maiores (ou os piores) do mundo? Isso é que não!

O senhor lá terá os seus motivos, e até consigo conceber alguns bem válidos e, se supus correctamente, alguns serão extremamente louváveis. E aqui sou eu a torcer pela bondade na natureza humana. read more

Morreu porque parou de stressar ou parou de stressar porque morreu?

Usamos a palavra stress com displicência. Usamo-la nas conversas do dia-a-dia, brincamos com o conceito e banalizamos os seus efeitos. É fácil relativizar o que nos acontece quando não consideramos a gravidade duma situação. Cada um de nós tem uma resistência ao mundo exterior, um sistema de auto-defesa que assume a liderança naqueles momentos menos agradáveis.

Quando sujeitos a pressões externas de magnitude considerável, tendemos a vestir a nossa capa de super-heróis. Relativizamos, dissecamos ou assumimos as dificuldades impostas. O problema agrava-se quando a pressão a que estamos sujeitos é constante. read more

Movie Night: O Senhor dos Anéis

Qualquer pessoa que ande por esta terra já viu, leu, ouviu ou tem uma vaga ideia do que é a trilogia de “O Senhor dos Anéis”. Uma história tão complexa como vívida, tão rica em imaginação como extensa. Esta é a obra de arte de J.R.R. Tolkien, um filologista (estudioso da linguagem usando uma combinação de estudos literários, história e linguística) e professor na Universidade de Oxford. Tolkien criou um mundo novo usando mitologia, criando uma história épica, uma linguística nova, geologia e geografia ao sabor da imaginação.

A saga foi escrita durante a Primeira Guerra Mundial, e inspirou as gerações vindouras de apaixonados pelo género fantástico. Os livros são inspiradores e os filmes obras-primas do engenho humano. O Bem e o Mal, o crescimento pessoal, esquecer as diferenças quando se tem objectivos comuns, a tentação, a auto-estima e a valorização pessoal e a preservação de um modo de vida, são os temas subjacentes desta obra, alegoria perfeita aplicável através dos tempos. read more