
2016, o ano do nascimento da minha filha. Um ano que se apresentava, logo em 2015, como atribulado.
2016 não me enganou. Foi O Ano Atribulado por definição.

2016, o ano do nascimento da minha filha. Um ano que se apresentava, logo em 2015, como atribulado.
2016 não me enganou. Foi O Ano Atribulado por definição.

Um exercício de final do ano é rever o que andámos a fazer e quais os resultados.
2016 foi um ano cheio de tudo. Felizmente, consegui voltar ao meu ritmo normal e, na maioria dos meses, cumpri a minha quota semanal de 2 artigos por semana. Não foi tarefa fácil, acreditem! Mas, fiz o que consegui.

Do autor de ‘1984‘, George Orwell, chegam estas 6 regras de boa escrita.
Apesar de Orwell ser directo ao afirmar:

Tenho a certeza que já vos tinha dito mas vou repetir: sou fã dos escritos de Anne Lamott.
Como repararam (ou não) nas últimas duas semanas virei a câmera fotográfica para as páginas de um livro que era, praticamente, residente oficial da minha wish list. Finalmente, adoptei ‘Stitches‘ e trouxe-o para casa.
Um retiro de fazer inveja a qualquer jovem escritor. E, com a possibilidade de ter todas as despesas pagas.
http://www.icelandwritersretreat.com/not-publish-iceland-writers-retreat-alumni-award-applications-now-accepted/

Bom, quanto ao premiado com o Nobel da Literatura… diz que foi tudo ao lado. Dos cinco favoritos não ganhou nenhum. E, o Prémio Nobel da Literatura em 2016 vai para Bob Dylan… O senhor que escreveu a minha canção.
Bob Dylan foi premiado “por ter criado novas expressões poéticas na tradição da canção americana”, tal como anunciado pela secretária-geral da Academia, Sara Danius.

Porque quero escrever um livro? Porque sim.
Não preciso de justificações, nem necessito defender a minha posição, ou elaborar sobre os motivos. Esta é uma daquelas situações em que o ‘porque sim’ basta.