
Começo a escrever esta opinião antes de terminar a leitura deste livro. Tenho receio de me esquecer de alguma coisa. E, acho que, muito ficará por dizer.
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Começo a escrever esta opinião antes de terminar a leitura deste livro. Tenho receio de me esquecer de alguma coisa. E, acho que, muito ficará por dizer.
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Construí este blog, ao longo de 10, longos e turbulentos, anos… como podem ler no artigo sobre o 10.º Aniversário do Blog. Os tempos não acalmaram. A vida não ficou mais desafogada. Pelo contrário.
Agora, tenho uma filha com 16 meses que começou a caminhar há poucas semanas, estacionada, desde que nasceu, no percentil 85… e, eu, meço 1.55m e a minha saúde também deixou de ser o que era (para as mães que me compreendem).

Acho que todos nós, de tempos a tempos, nos sentimos desiludidos com a vida que escolhemos. O tempo que empregámos, numa determinada arte, persegue-nos como se aquelas horas fossem feitas de ressentimentos que não podemos evitar.
Por vezes, estes bloqueios arrastam-se durante dias, meses ou anos.

Pixar in a Box: The Art of Storytelling. Não podemos dizer que é um curso intensivo. Mas, podemos afirmar que é um curso incisivo.
Vi passar nas redes sociais um post que anunciava o seguinte:

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31 livros lidos em 2016, um número modesto em comparação com os 50, os 80 ou os 100 de anos anteriores… foi o que se arranjou, mediante um ano tão cheio de tudo.
Do que li em 2016 quero destacar aqueles que, por um qualquer motivo, mais ou menos explicável, me tocaram.

Tenho a certeza que já vos tinha dito mas vou repetir: sou fã dos escritos de Anne Lamott.
Como repararam (ou não) nas últimas duas semanas virei a câmera fotográfica para as páginas de um livro que era, praticamente, residente oficial da minha wish list. Finalmente, adoptei ‘Stitches‘ e trouxe-o para casa.