Está a decorrer a votação online, através do Facebook, do Concurso de Escrita para Cinema pela Conception.
Em disputa estão cinco contos onde se encontra ‘O Lago’ de Pedro Cipriano.
Está a decorrer a votação online, através do Facebook, do Concurso de Escrita para Cinema pela Conception.
Em disputa estão cinco contos onde se encontra ‘O Lago’ de Pedro Cipriano.
‘É papel do autor definir quem será o narrador ou qual a melhor perspectiva para contar determinada história. É o autor que cria o universo onde a acção tem lugar e é ele que define qual o ponto de vista ou perspectiva sob o qual a história será contada.’ Recursos do Escritor: Qual é o teu ponto de vista? A narrativa na 1.ª pessoa
3. Terceira Pessoa Subjectiva:
‘É papel do autor definir quem será o narrador ou qual a melhor perspectiva para contar determinada história. É o autor que cria o universo onde a acção tem lugar e é ele que define qual o ponto de vista ou perspectiva sob o qual a história será contada.’ Recursos do Escritor: Qual é o teu ponto de vista? A narrativa na 1.ª pessoa
2. Segunda Pessoa
Passou um mês e uns picos desde o início de 2013 e, durante este período, contemplei uma série de planos e projectos aos quais me pretendo dedicar. 2013 arrancou com algumas novidades, muita esperança e algumas frustrações que, admito com algum rancor, fazem parte.
Janeiro viu o meu livro ser incluído num evento promovido pelo ‘Morrighan’. O Passatempo Especial Pack Autores Portugueses, na celebração do aniversário do blogue, num total de oito exemplares sorteados. E foi um prazer vê-lo em tão distinta companhia.
Todas as histórias são contadas por alguém. Esse alguém chama-se narrador e é a entidade que apresenta o decorrer dos acontecimentos ao leitor.
É papel do autor definir quem será o narrador ou qual a melhor perspectiva para contar determinada história. É o autor que cria o universo onde a acção tem lugar e é ele que define qual o ponto de vista ou perspectiva sob o qual a história será contada.

Duvidei se chegaria a acabar este Conto. Duvidei porque não sabia para onde ir, nem como lá chegar… E foi difícil descobrir esse caminho.
Acho que tudo tem um tempo certo e uma inevitabilidade que às vezes parece predestinada e, neste caso, não foi diferente. Reforcei, também, aquela crença de que quanto mais somos obrigados a usar algo mais queremos resistir a isso. Faz algum sentido?! Não sei!