Review: ‘Public Secrets’ by Nora Roberts

This is my Romantic Suspense book choice for October’s RR Challenge (Themes #3).

Public Secrets’ gives us a tour through two decades of Emma McAvoy’s life. First as a young child that suffers at the hands of her birth mother and as the unexpected and unwanted daughter of an arising rock star. Then as the foreign element in a pop music’s band road to success. And later as a young woman and her choices and fears that led her to marriage and a new king of hell. read more

Sugestão: Nora Roberts

Num daqueles desafios literários deste ano cruzei-me com a hipótese de ler ‘Public Secrets’ de Nora Roberts. Apesar de ser uma das escritoras mais prolíficas da actualidade, ainda não tinha lido absolutamente nada dela.

Decidi começar, não por este livro, mas por um outro que me captou a atenção. ‘The Last Boyfriend’ o nº 2 da trilogia Inn BoonsBoro. read more

O que uso dos Processos Criativos alheios?

processos criativos

Cada escritor tem um processo criativo próprio. Cada um de nós tem hábitos, processos, formas de ser, e estar, que determinam a execução de um projecto.

E, em caso de dúvida, tudo o que temos de fazer para comprovar isto, é procurar qualquer entrevista feita a um escritor conhecido, e ouvir o que ele tem para nos dizer dos seus ritmos criativos. read more

O Clima, quando não sabemos o que dizer

o clima quando não sabemos o que dizer

Costuma-se dizer que nas conversas, e nas histórias, é aborrecido falar do clima. Na vida real, falar do clima é um quebra-gelo importante. Na ficção,  podemos falar em usar o clima a favor.

Naquele dia cheio de charme com o seu nevoeiro claro, como fina cortina protectora que tapa os edifícios mais altos, e amortece cores e formas do que vejo mais perto de mim. O primeiro dia do ano, um vislumbre místico do que era, encoberto pelo que poderia ser. – S.F. Journal 01.01.2020 read more

Diário de Bordo: Março/Abril atrapalhados

Diário de Bordo

Março, o mês das doenças… Este será um Diário de Bordo esquisito, uma vez que passei duas semanas do mês consumida com as doenças do meu rebento e as outras duas com as minhas. Ah, e o pai também aproveitou a deixa e contabilizou umas três semanas do mesmo que a menina… Resumindo, foi um mês da treta.

Pelo meio dediquei-me (como pude) a imaginar e organizar uns projectos criativos, que nada têm a ver com a escrita, mas que têm tudo a ver comigo: decorações de festa (como já tinha mencionado no artigo: Sobre Criar, Felicidade e Viver o Agora). read more