
Viram aquele logótipo, adequado na perfeição, ao ano que decorre?
Este aqui…

Viram aquele logótipo, adequado na perfeição, ao ano que decorre?
Este aqui…

Tudo o que vivemos está sujeito à força de coisas que não vemos.
Coisas que não conseguimos observar no momento imediato, mas que são reais, e que se tornam observáveis com a passagem do tempo. Podemos pensar no movimento de rotação da Terra, a força das marés, ou a erosão das arribas, como uns poucos exemplos.

O que significa, para ti, ser Criativo?
Há uns meses tive oportunidade de me inscrever num mini-curso sobre neuroplasticidade. O mote desta formação era: como formar novas ligações no nosso cérebro. Isto deixou-me interessada pois a relação entre hábitos e a criatividade é determinante para alguém que se interessa pela Criatividade.

As pessoas querem comer o peixe sem espinhas. Verdade?
Ou seja, quando procuramos alguma coisa que acreditamos que nos faz falta (por exemplo: temos fome), preferimos comprar o produto final (o peixe escalado), ao invés da explicação de como fazer (a receita).

Costuma-se dizer que nas conversas, e nas histórias, é aborrecido falar do clima. Na vida real, falar do clima é um quebra-gelo importante. Na ficção, podemos falar em usar o clima a favor.
Naquele dia cheio de charme com o seu nevoeiro claro, como fina cortina protectora que tapa os edifícios mais altos, e amortece cores e formas do que vejo mais perto de mim. O primeiro dia do ano, um vislumbre místico do que era, encoberto pelo que poderia ser. – S.F. Journal 01.01.2020

Quanto de credibilidade se perde quando se é mulher? Quantas dificuldades se encontram quando se escolhe ver as coisas por outro ponto de vista? Quanta legitimidade se destrói quando se escolhe tirar a própria vida?
O que se retém de Virginia Woolf como conhecida escritora clássica, a princípio, seria “Mrs. Dalloway” e, a seguir, o suicídio. Foi o que eu retive durante anos. Talvez tenha sido por isso, por puro desconhecimento e comichão que alguém possa tirar a própria vida, que levei tanto tempo a ler uma das obras mais relevantes de/para uma mulher que escreve.

Na maioria das noites, ser Mãe significa ler uma história antes de deitar. Significa saber de cor um “Cuquedo”, uma “Branca de Neve e os Sete Anões”, um “Sou Feliz Quando…”ou um “Sinto-me Assustado Quando…”, como tem sido a preferência do meu rebento.
Por estes dias, ser Mãe significa decorar as falas dos bonecos, e entoar as vozes de girafas e bruxas más, para alguém cuja percepção da realidade é, obviamente, de outro planeta que não o nosso. Significa, também, inventar histórias de meninas muito maravilhosas e corajosas… porque, neste mundo, é o que somos e o que temos de ser.