Diário de Bordo: Practice what you preach
Há alguns dias atrás achei boa ideia dar um conselho. Isto não é coisa que normalmente faça de ânimo leve, porque acredito que aconselhar alguém é uma actividade demasiado “cabeluda” para o meu gosto (e no meio de tanto cabelo haverá alguma coisa que se aproveite por baixo?!)
Acho que a maioria de nós gosta de dar conselhos, mas recebê-los… nem tanto. No entanto, para mim, existem dois critérios básicos que é preciso respeitar, para que o dito conselho seja válido e útil.
“Num Vento Diferente” de Ursula K. Le Guin
Escrever sobre a vida e a morte na sua essência é uma das histórias mais difíceis de contar. Podemos contar a vida de alguém, relatar os actos que levaram alguém à morte, divagar sobre o seu significado metafísico, mas relacionar viver e morrer na sua plenitude é uma tarefa árdua.
E se compreendemos a dificuldade de contar uma história cuja temática é esta verdade universal em que ‘toda a vida tem uma morte’, então apreciar a obra “Num Vento Diferente” de Ursula K. Le Guin é fácil.
Uma livraria para apreciar devagar
“Ler Devagar” é a livraria de serviço da Lx Factory, em Alcântara. Instalada num edifício do antigo complexo industrial, este espaço cresceu à volta de uma máquina rotativa de três andares, pertencente à antiga Gráfica Mirandela.
Uma Livraria, Biblioteca, Auditório e Galeria, munida de uma pastelaria e de muito espaço para deambular entre os livros. E não é só o seu espaço que é pouco convencional, também os seus horários de funcionamento o são (das 15H00 às 22H00, 24H00 ou 02H00).
NaNoWriMo 2011 – Um desafio impossível de concretizar
Tenho acompanhado os artigos do site StoryFix sobre o NaNoWriMo. Em duas palavrinhas: Muito Bons. Os artigos são excelentes, focam processos, arte, crenças e mudança de paradigmas duma forma descontraída, e por vezes quase imperceptível. Vale mesmo a pena analisá-los cuidadosamente.
Agora sobre o NaNoWriMo, tenho a dizer que para fazer um trabalho bem feito precisava de ter mais horas no meu dia. E neste momento, as que tenho não chegam.
Diário de Bordo: Escolher a capa do meu livro…
Criar a capa de um livro é um desafio cujo resultado é sempre imprevisível. Por um lado ninguém conhece a história tão intimamente como o autor, o que gera ideias bem definidas sobre o que é o melhor. Por outro lado não somos objectivos o suficiente para avaliar se o que temos é o melhor.
Todos os autores querem que a sua obra tenha uma capa apelativa. Algo que leve as pessoas a comprar o livro, mesmo que não tenham a mais pálida ideia sobre o género literário ou o conteúdo da obra. Sim! Aparentemente há quem compre livros pela sua capa (e quem os julgue também).






